Por Carlos Araújo - Atualmente, o comércio exterior apresenta alto grau de competitividade e exige um elevado nível de profissionalização. - Nos últimos anos, a dinâmica econômica entre as várias [...]
Por Carlos Araújo* - Mesmo com os anos de 2008 e 2009 em crise internacional, e que afetou duramente a balança comercial brasileira, o comércio exterior não perdeu o seu brilho para aqueles que buscam uma [...]
Por Carlos Araújo - Abaixo nossa sugestão de livros de leitura obrigatória que todo profissisional ou estudante de comércio exterior precisa conhecer. - Marketing Internacional: Uma Abordagem Estratégica [...]
Por Carlos Araújo - Discutiremos hoje mais uma modalidade de pagamento nas operações de comércio exterior: a Remessa Direta (ou remessa sem saque). - O sucesso de uma transação internacional será [...]
Por Carlos Araújo - Com uma média diária de US$ 561 milhões em janeiro de 2010, o maior valor registrado para o primeiro mês do ano, e um total de US$ 11,471 bilhões em importações, a balança [...]
Atualmente, o comércio exterior apresenta alto grau de competitividade e exige um elevado nível de profissionalização.
Nos últimos anos, a dinâmica econômica entre as várias nações do mundo nas últimas cinco décadas cresceu a taxas excepcionais. O comércio de bens e serviços expandiu-se em números superiores aos da produção, levando muitas nações ao novo mundo que emergiu neste período, com maior concentração a partir dos anos 90, com a inclusão do nosso país.
Para acompanhar todas estas mudanças no cenário local e internacional, selecionamos as notícias mais importantes do comércio exterior desta semana, retiradas dos meios de comunicação mais relevantes.
Mesmo com os anos de 2008 e 2009 em crise internacional, e que afetou duramente a balança comercial brasileira, o comércio exterior não perdeu o seu brilho para aqueles que buscam uma carreira de sucesso e com muito dinamismo.
Nem o déficit comercial de US$ 166 milhões em janeiro de 2010 retirou dos analistas e do Governo Federal o otimismo e a crença geral de que a retomada da economia passará pelo mercado interno, mas também pelo mercado externo. EUA e na China, depois de superada a fase aguda da crise, serão as molas propulsoras capazes de fazer a roda da economia mundial voltar a girar.
O ano que se inicia será o da retomada dos negócios para aqueles com vocação para o comércio exterior. Empresas com expertises em negócios internacionais saberão aproveitar as oportunidades que estão para nascer e buscarão no mercado as melhores pessoas para compor suas equipes.
Abaixo nossa sugestão de livros de leitura obrigatória que todo profissisional ou estudante de comércio exterior precisa conhecer.
Marketing Internacional: Uma Abordagem Estratégica (Alex Pipkin, Aduaneiras, 3ª Edição) – É um excelente livro e que deve ser leitura obrigatória de qualquer profissional de negócios internacionais.
O cenário atual dos negócios altamente competitivo são influenciados de sobremaneira pelos efeitos da globalização dos mercados, exigindo que as organizações revejam seus conceitos e diretrizes quanto à formulação e à implementação de estratégias para atuarem nos mercados globais. Neste novo cenário, a figura do plano estratégico de marketing internacional assume um papel de importância ainda maior.
O objetivo é acompanhar o forte crescimento esperado para o Brasil nos próximos anos. Será preciso investir R$ 8 bilhões. A primeira etapa da obra é a dragagem do canal de navegação.
Discutiremos hoje mais uma modalidade de pagamento nas operações de comércio exterior: a Remessa Direta (ou remessa sem saque).
O sucesso de uma transação internacional será resultado da avaliação correta entre os riscos e os custos envolvidos na forma de pagamento. Nem sempre a mais segura para o exportador será a mais atraente e de menor custo para o importador. E dependendo do poder de barganha de um dos lados, a transação comercial poderá ficar comprometida.
Olhando pela ótica do importador, a remessa sem saque é a menos burocrática e que não envolve nenhuma despesa bancária de intermediação. Porém, ela envolve grandes riscos para o exportador.
Com uma média diária de US$ 561 milhões em janeiro de 2010, o maior valor registrado para o primeiro mês do ano, e um total de US$ 11,471 bilhões em importações, a balança comercial brasileiro fechou com um déficit de US$ 166 milhões.
O governo admite que o dólar influenciou as importações, mas que isto não é preocupação para o setor, já que mais de 70% das compras foram destinadas a bens de capital e matéria-prima. Um bom sinal, já que são inseridas na economia doméstica e na produção interna. É mais tecnologia destinada aos nossos produtos, seja para o consumo das famílias e empresas, seja para a exportação.
Mesmo com um saldo positivo na quarta semana de janeiro (do dia 25 a 31), e com um crescimento de 21,3% em relação ao que o registrado no mesmo mês de 2009, o primeiro mês de 2010 registrou um saldo negativo de US$ 166 milhões, com US$ 11,305 bilhões em exportações e US$ 11,471 bilhões em importações.
A legislação que rege os procedimentos aduaneiros é muito clara, logo no seu início, ao dizer que toda “mercadoria que ingresse no País, importada a título definitivo ou não, sujeita-se ao despacho aduaneiro de importação, que será processado com base em declaração formulada no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex)”. Assim, qualquer mercadoria importada passará pelo crivo do despacho aduaneiro.
Já definimos aqui, mas não custa relembrar, que o Despacho Aduaneiro é a verificação, por parte da autoridade aduaneira, da exatidão dos dados declarados pelo importador na DI em relação à mercadoria importada, além dos documentos apresentados e se estes estão de acordo com a legislação específica vigente na ocasião, visando o desembaraço aduaneiro.
Nos últimos anos, assistimos uma ampla e profunda modernização nas instituições fiscalizadoras do comércio exterior brasileiro, principalmente na Aduana. Após a implantação do Siscomex importação em 1997, a tramitação dos documentos nas alfândegas tornou-se mais célere, trazendo uma sensível redução do prazo de liberação.
Atualmente, o comércio exterior apresenta alto grau de competitividade e exige um elevado nível de profissionalização.
Nos últimos anos, a dinâmica econômica entre as várias nações do mundo nas últimas cinco décadas cresceu a taxas excepcionais. O comércio de bens e serviços expandiu-se em números superiores aos da produção, levando muitas nações ao novo mundo que emergiu neste período, com maior concentração a partir dos anos 90, com a inclusão do nosso país.
Para acompanhar todas estas mudanças no cenário local e internacional, selecionamos as notícias mais importantes do comércio exterior desta semana, retiradas dos meios de comunicação mais relevantes.
Dia 28 de janeiro é o dia do comércio exterior. Uma data muito especial para todos os profissionais da área, e pelo fato de o comércio exterior ser o motor de qualquer economia em crescimento.