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Além de renovar o corpo diretivo e investir no segmento de logística da empresa, a Usiminas (USIM3, USIM5) também criou a vice-presidência de subsidiárias, que engloba os negócios automotivos, de mecânica e também de mineração da empresa.
Como siderúrgica, a extração de minério é importante para sua operação principal, já que funciona como abastecimento da principal matéria-prima utilizada na produção do aço. Quanto a isso, em teleconferência referente ao resultado do quarto trimestre, Julián Eguren, novo CEO (Chief Executive Officer), comenta o potencial dessa área de atuação para a companhia.
A Mineração Usiminas vem conseguindo agregar valor aos balanços tanto com o fornecimento próprio da commodity como através de exportações, diz o executivo. Mas as vendas ao exterior recuaram quase 60% entre outubro e dezembro, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Problema de transporte
O problema, segundo o próprio comunicado do balanço, que foi revelado na manhã desta quarta-feira (7), ficou por conta da impossibilidade de uso de alguns terminais portuários durante os 12 meses. Anualmente, as mineradoras têm que disputar a utilização de empreendimentos controlados por Vale (VALE3, VALE5) e CSN (CSNA3) para transportar até 5 milhões de toneladas.
Em 2012, a Usiminas conseguiu utilizar apenas parte dessa capacidade, um número próximo a 750 mil toneladas. Agora, a diretoria quer incrementar as exportações conquistando uma parte maior de utilização desses portos, que ficam na Baía de Sepetiba, no Rio de Janeiro.
Além disso, outro front da siderúrgica está na “área do meio”, que seria o terreno localizado exatamente entre esses dois terminais já citados. A companhia aguarda o edital para participar da licitação, e tem grande interesse em estar no projeto. O local tem aproximadamente 254 mil metros quadrados, e investimentos previstos em R$ 2 bilhões.
Fonte: InfoMoney | Renato Rostás


