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Dia 28 de janeiro é o dia do comércio exterior. Uma data muito especial para todos os profissionais da área, e pelo fato de o comércio exterior ser o motor de qualquer economia em crescimento.
Grande parte dos empresários aponta os encargos tributários como um dos principais obstáculos para o seu desenvolvimento. Com o intuito de gerar emprego e renda, Santa Catarina tem criado programas de incentivo, por meio de tratamento tributário diferenciado para o ICMS.
Destacamos o Programa Pró-Emprego, instituído pela Lei 13.992/07, que tem como objetivo incentivar os empreendimentos considerados de relevante interesse sócio-econômico para esse estado.
Para o Programa, empreendimentos com relevância são aqueles que tenham projetos de implantação, expansão, reativação e modernização tecnológica, bem como os que incrementem ou facilitem exportações e importações.
As exportações de melão voltaram a crescer. Para aproveitar o bom momento, agricultores do Ceará apostam em mais tecnologia para conquistar novos mercados.
O Brasil é um grande produtor de frutas, dado ao seu clima e localização privilegiada para com os grandes mercados. Entretanto, se comparado com o nosso pequeno vizinho, o Chile, estas vantagens podem ser diminuídas por problemas logísticos e operacionais.
Dados de institutos especializados no setor indicam que o Brasil exportou apenas US$ 800 milhões no ano de 2008, enquanto o Chile, com uma área quase dez vezes menor, exporta valor superior a 2 bilhões de dólares/ano. E os motivos para este pífio resultado são vários, como fatores de produção, comercialização, marketing, estrutura logística e ineficiência operacional das nossas aduanas e outras agências fiscalizadoras do setor.
Atualmente, o comércio exterior apresenta alto grau de competitividade e exige um elevado nível de profissionalização.
Nos últimos anos, a dinâmica econômica entre as várias nações do mundo nas últimas cinco décadas cresceu a taxas excepcionais. O comércio de bens e serviços expandiu-se em números superiores aos da produção, levando muitas nações ao novo mundo que emergiu neste período, com maior concentração a partir dos anos 90, com a inclusão do nosso país.
Para acompanhar todas estas mudanças no cenário local e internacional, selecionamos as notícias mais importantes do comércio exterior desta semana, retiradas dos meios de comunicação mais relevantes.
A indústria nacional reagiu no fim do ano passado, ajudada pela taxação dos sapatos da China, que ficaram, em média, R$ 22,00 mais caros. As vendas do setor no mercado interno cresceram 6%.
Esta não é uma boa notícia a ser dada, mas quem trabalha no comércio exterior sabe que o título é apropriado as nossas operações aduaneiras, e que o comércio exterior brasileiro não deslancha, em parte, pelo excesso de zelo e burocracia dos órgãos fiscalizadores nas importações e exportações.
A Folha de São Paulo de 15/01/2010, na coluna Dinheiro, trouxe a informação que o Brasil não avança mais os seus negócios internacionais por causa da Alfândega e dos procedimentos aduaneiros, segundo o ranking de logística elaborado pelo Banco Mundial. O país está atrás de emergentes como China, África do Sul, Malásia e Turquia.
Importar uma mercadoria significa dizer que ela foi adquirida no exterior de um fornecedor estrangeiro. Esta empresa importadora deve estar devidamente cadastrada nos órgãos competentes, e observar as normas cambiais, comerciais e fiscais vigentes.
O processo de importação é subdividido em três fases distintas: administrativa, fiscal e cambial. Hoje, trabalharemos a fase administrativa.
A fase administrativa é o momento em que o importador verifica quais são os procedimentos necessários para efetuar esta operação, de acordo com o tipo de produto e o tipo de operação. A título de exemplo, um importador de pneus precisa verificar o seu cadastro junto ao IBAMA, e precisa cumprir alguns procedimentos antes da mercadoria ser embarcada. Caso contrário haverá multa por isto, que será identificada e cobrada na fase fiscal.
E o SISCOMEX é a ferramenta mais importante na busca por estes procedimentos que o importador deve estar atento antes de embarcar suas mercadorias do exterior. Abaixo, os documentos que podem ser emitidos neste sistema.
Abaixo nossa sugestão de livros de leitura obrigatória que todo profissisional ou estudante de comércio exterior precisa conhecer.
Estratégia de Markegine Internacional – A temática deste livro gira em torno da comercialização de produtos e serviços em mercados exteriores e da influência do marketing internacional na estabilidade e crescimento empresarial.
Sua forma de abordagem abre perspectivas para as empresas encararem a nova economia, no que respeita à globalização de mercados, possibilitando o controle cada vez maior dos circuitos de comercialização e dessa forma estabilizarem seu crescimento de forma sustentável. Ou seja, pretende abordar a questão colocada a muitas empresas brasileiras que pretendam integrar-se no mercado internacional, pela venda de seus produtos.
A Noruega está situada no norte do continente europeu, ocupando uma área total de 386.895 km quadrados. Segundo estimativas de janeiro de 2001, sua população é de aproximadamente 4,5 milhões de habitantes.
O sistema de governo da Noruega é a Monarquia Constitucional e hereditária. A Noruega adquiriu sua independência somente em 1905. De 1450 a 1814 o país era governado pela Dinamarca e após esse período passou a fazer parte do Reino Sueco. Após uma dissolução pacífica da Suécia, um Príncipe Dinamarquês foi eleito e coroado, Haakon VII.