O Superporto do Eike Batista: Um vizinho que vai incomodar os capixabas.
A melhor afirmação para o Completo logístico e industrial de Açu, mais conhecido como Superporto do Açu, é de o vizinho que vai Incomodar. Os números não me deixam mentir.
Construído em São João da Barra, Região Norte do Estado do Rio de Janeiro, o Superporto do Açu já pode ser considerado um dos maiores investimentos do Brasil em terminais marítimos privados. A obra foi iniciada em 2007, e já começará a operar em 2012.
O projeto inicial era de estímulo para a instalação de novos projetos para a exportação fluminenses, mas o empreendimento logístico já possui 32 empresas capixabas, principalmente do setor de granito, interessadas em se instalar lá.
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Exportadores de carne e governo voltam a se desentender na Argentina
Para controlar a inflação, as vendas de carne para o exterior foram suspensas. Mais de 800 toneladas do produto ficaram retidas nas fronteiras.
(tlt)
A logística da Fórmula 1
Por Leandro Callegari Coelho *
Você que já assistiu a uma corrida de Fórmula 1, já parou para pensar no desafio logístico de levar todos os carros, equipamentos e pessoas ao redor do mundo?
Neste post vou mostrar um pouco desse trabalho, e tentar mostrar algumas informações curiosas desse esporte.
Em 2010, com o calendário da F1 apontando 19 corridas, as equipes viajarão por 3 continentes e mais de 160 mil km!
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A Logística Portuária Eficiente, Eficaz e Inteligente
Nos dias atuais, discutir se devemos ou não ter uma estrutura portuária adequada aos padrões globais pode até parecer sem sentido.
Porém, percebemos que Governo Federal, Estadual e Municipal tem avançado muito pouco nesta discussão, mesmo a necessidade sendo óbvia e latente. O exemplo mais claro vem do Porto de Santos/SP e do Porto de Vitória/ES.
O maior porto da América Latina, com volumes estimados para 90 milhões de toneladas para 2010, sofre com a falta de ampliação há tempos, e só recentemente recebeu a promessa de investimentos da ordem de 5 bilhões de dólares.
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Como Exportar para o Uzbequistão
A República do Uzbequistão está situada no coração da Ásia Central, entre os rios Amu Darya e Syr Darya, que desembocam no Mar Aral. O país faz divisa ao norte com o Cazaquistão, a leste e sudeste com o Quirguistão e o Tajiquistão, ao sul com o Afeganistão e a oeste com o Turcomenistão. O Uzbequistão é um dos dois únicos países mediterrâneos cercado por países também sem acesso ao mar (o outro é Lichtenstein).
Todas as cidades históricas mais famosas da Ásia Central estão no Uzbequistão. Em termos de patrimônio histórico, o país abriga complexos arquitetônicos em Samarkand, Bukhara e Khiva, todos tombados pela UNESCO e verdadeiros museus a céu aberto, hoje importantes destinos turísticos e objeto de uma série de projetos de preservação cultural.
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Brasil x EUA: usar o direito ou fazer o correto?
Depois de muitos anos de brigas, discussões e ameaças com os Estados Unidos envolvendo um litígio comercial, finalmente o Brasil publicou a lista de produtos exportados por eles que deverão ser retaliados. Esses serão sobretaxados em resposta aos subsídios pagos pelo governo norte-americano à produção local de algodão.
Apenas para trazer à tona o assunto, em agosto de 2009 a OMC autorizou o Brasil a aplicar sanções comerciais aos EUA até o limite de US$ 830 milhões. Parte deste valor deverá ser em produtos e o restante poderá ser em propriedade intelectual.
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A infraestrutura portuária consumindo a vantagem competitiva
Dados recente mostram que o Brasil já é o terceiro maior exportador de alimentos do Mundo. Perdemos apenas para os Estados Unidos e União Européia, e recentemente ultrapassamos o Canadá. Austrália, China, Argentina e outras potências agrícolas já ficaram pra trás há décadas. Mas isto não pode ser motivo de comemoração, quando analisado pela ótica da logística.
Mesmo com um ritmo de crescimento de exportação na ordem de 19% na média, segundo dados da OMC, muito acima dos 6,3% do Canadá, 6% da Austrália, 8,4% dos Estados Unidos e 11,4% da União Européia, nossos preços ainda não são melhores. E a resposta para esta situação pode estar na péssima infraestrutura dos nossos portos, falta de acesso rodoviário e ferroviário, e a falta de integração de todos estes elos deixando de gerar sinergia com o transporte multimodal.
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A crise mundial e o comércio exterior
Por Carlos Araújo*
2009 será lembrado como o ano das previsões catastróficas em relação ao comércio mundial. Pessimistas e otimistas geravam suas previsões, todas elas com números assustadores. E esta crise, que começou em 2008 e afetou vários setores da economia no ano seguinte, fez de vítima as exportações e importações brasileiras.
Tudo começou no mercado hipotecário norte-americano que desencadeou sua mais grave crise no setor imobiliário. As hipotecas na modalidade subprime – aquelas que apresentam maior risco de não serem pagas e cujos beneficiários eram pessoas com histórico de inadimplência – geraram pânico no mercado doméstico dos Estados Unidos e rapidamente se alastraram para o resto do mundo.
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Comexlinks da Semana (027)
Por Carlos Araújo
Atualmente, o comércio exterior apresenta alto grau de competitividade e exige um elevado nível de profissionalização.
Nos últimos anos, a dinâmica econômica entre as várias nações do mundo nas últimas cinco décadas cresceu a taxas excepcionais. O comércio de bens e serviços expandiu-se em números superiores aos da produção, levando muitas nações ao novo mundo que emergiu neste período, com maior concentração a partir dos anos 90, com a inclusão do nosso país.
Para acompanhar todas estas mudanças no cenário local e internacional, selecionamos as notícias mais importantes do comércio exterior desta semana, retiradas dos meios de comunicação mais relevantes.
Aproveite a leitura para se manter atualizado no comércio exterior:
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Comércio Exterior: a retomada do crescimento da economia brasileira
Por Carlos Araújo*
Mesmo com os anos de 2008 e 2009 em crise internacional, e que afetou duramente a balança comercial brasileira, o comércio exterior não perdeu o seu brilho para aqueles que buscam uma carreira de sucesso e com muito dinamismo.
Nem o déficit comercial de US$ 166 milhões em janeiro de 2010 retirou dos analistas e do Governo Federal o otimismo e a crença geral de que a retomada da economia passará pelo mercado interno, mas também pelo mercado externo. EUA e na China, depois de superada a fase aguda da crise, serão as molas propulsoras capazes de fazer a roda da economia mundial voltar a girar.
O ano que se inicia será o da retomada dos negócios para aqueles com vocação para o comércio exterior. Empresas com expertises em negócios internacionais saberão aproveitar as oportunidades que estão para nascer e buscarão no mercado as melhores pessoas para compor suas equipes.
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