Por Carlos Araújo
Hoje é um dia muito especial para a equipe do Comexblog. Depois de quatro meses de trabalho, apresentamos o novo Comexblog, na versão 2.0.
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Por Carlos Araújo
Não faz muito tempo que discutimos aqui o péssimo cenário brasileiro para os exportadores. O real está cada vez mais valorizado, o dólar em ritmo de queda, e o mercado internacional, apesar de esboçar fraco crescimento, ainda não se recuperou do tombo. A crise que começou nos EUA, e se espalhou pelo mundo, ainda vai demorar um pouco mais para acabar.
Para completar o cenário ‘fabuloso’, nossas exportações se tornaram ‘primarizadas’ e a rentabilidade foi a pior da história brasileira. Quer mais?
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Por Carlos Araújo
Links da semana para se manter atualizado no comércio exterior:
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Por Carlos Araújo
Abaixo nossa sugestão de livros de leitura obrigatória que todo profissisional ou estudante de comércio exterior precisa conhecer.
Como Preparar uma Empresa para o Comércio Exterior – Vol. 1 – Série Comércio Exterior
Nelson Ludovico – Saraiva
Este primeiro volume da série comércip exterior tem como objetivo mostrar que o sucesso de qualquer empresa que atua ou que pretende atuar na área de comércio exterior dependerá de uma boa organização e do domínio dos procedimentos obrigatórios em relação às regras nacionais e internacionais. A obra mostra que é necessário conhecer os caminhos que a empresa deve trilhar para que não ocorram desconfortos administrativos, operacionais e financeiros que possam causar problemas não só para a empresa mas também para os profissionais que atuam na área. Este livro pode ser utilizado em Comércio Exterior, Princípios e Contratos em Comércio Exterior. O livro apresenta material de apoio.
Você pode conhecer mais deste livro e saber como comprar acessando aqui.
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Por Carlos Araújo
O Siscomex (Sistema integrado de comércio exterior) foi criado em parceria com o Banco Central, Receita Federal e SECEX, e administrado pelo Serpro, com o objetivo de integrar as atividades de registro, acompanhamento e controle das operações de comércio exterior, através de um fluxo único e computadorizado de informações. Trata-se de um sistema sem precedente no mundo, que engloba 100% das operações de importação e exportação no Brasil.
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Por Carlos Araújo
Abaixo as sugestões de oportunidades de empregos no comércio exterior. Boa sorte!
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Por Carlos Araújo
A revista Isto É Dinheiro desta semana traz um assunto muito interessante: os benefícios do crescimento da economia para o setor logístico.
Segundo o presidente da Centronave, entidade que reúne 30 empresas de navegação, com o aquecimento da demanda global por produtos, será preciso o Brasil investir R$ 43 bilhões no setor portuário. Se isto não acontecer, teremos um verdadeiro apagão logístico nos próximos anos e parte da nossa competitividade será reduzida a pó.
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Por Carlos Araújo
A Colômbia, com área de 1.038.700 km2 situa-se no noroeste da América do Sul e faz fronteira com o Brasil a leste. Passou gradativamente, nas últimas quatro décadas, de economia primário-exportadora a país em desenvolvimento. O país possui 45,3 milhões de habitantes e suas principais cidades são a capital Bogotá, Cali, Medellín e Barranquilla.
O PIB colombiano em 2004 atingiu US$ 94 milhões e o PIB per capita chegou a US$ 2.073,00. No primeiro semestre de 2004, o PIB cresceu 4,25%, comparado ao mesmo período de 2003. O incremento é explicado sobretudo pela forte expansão dos setores de construção civil (+7,73%) e de finanças (+5,05%).
Também registrou expansão significativa o setor minerador, puxado pela produção de carvão. Menciona-se, ainda, o aumento do preço internacional das commodities, que elevou os preços do café e do petróleo; principais produtos da pauta colombiana de exportações.
Para conhecer mais, leia Como Exportar para a Colômbia (clicando aqui), publicado pelo site Brazil Trade Net.
(tlt)
Por Carlos Araújo
O leitor pode achar que estou ficando maluco, e que o título deste post é completamente contrário aos anúncios oficiais do Governo, que vivem motivando a classe empresarial a ir para o mercado externo. Mas o assunto aqui é outro, o da rentabilidade das exportações brasileiras, e o grande vilão, novamente, foi a cotação do dólar.
Só no ano de 2009, o real já se valorizou 34,4% em relação ao dólar, e isto não é o maior problema. No mesmo período, houve um acúmulo de valorização de 49.35% em relação ao peso argentino e 33,73% sobre o iene japonês. E com a atual situação da pauta exportadora brasileira, vai ficar cada vez mais difícil para as empresas que buscaram o mercado externo ter retorno financeiro em seus balanços.
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