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	<title>Comentários sobre: A crise internacional chega ao setor portuário</title>
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	<description>- O Seu Canal de Comércio Exterior &#38; Logística</description>
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		<title>Por: Carlos Roberto Carpe</title>
		<link>http://www.comexblog.com.br/logistica/a-crise-internacional-chega-ao-setor-portuario/comment-page-1#comment-5084</link>
		<dc:creator>Carlos Roberto Carpe</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 16:07:15 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Sr. Carlos. 
Morei mais de 20 anos em Vit&#243;ria, de onde me afastei em 2001 para assumir o cargo de Gerente de Desenvolvimento e de Regula&#231;&#227;o da ANTAQ em Bras&#237;lia. Apesar disto ainda mantenho ra&#237;zes afetivas a&#237; em Vit&#243;ria. Ap&#243;s deixar a ANTAQ no final de 2008 voltei a minha atividade no direito mar&#237;timo, agora no Escrit&#243;rio Jur&#237;dico Carbone, no Rio de Janeiro. 
Achei muito interessante o seu artigo, mormente por abordar um tema t&#227;o relevante para a nossa economia, como &#233; o transporte mar&#237;timo - e aqui incluo os portos -, e os inevit&#225;veis efeitos da crise econ&#244;mica mundial sobre o segmento, a qual, lamentavelmente, apesar das evid&#234;ncias, os governos (em todos os n&#237;veis), as autoridades do segmento mar&#237;timo e portu&#225;rio, e at&#233; mesmo alguns empres&#225;rios, teimam em ignorar, como se esperassem que a &quot;tsunami&quot; venha passar sem causar muitos estragos.  
N&#227;o se trata de ser pessimista, mas n&#227;o comungo com aqueles que acham que estamos imunes aos efeitos da economia mundial, pois isso seria negar o fato incontest&#225;vel que o car&#225;ter  transnacional do transporte mar&#237;timo de cargas e a sua condi&#231;&#227;o insep&#225;ravel dos portos, ignorando que &#233; imposs&#237;vel se tomar medidas para resolver os problemas do transporte, sem integr&#225;-lo aos portos, a multimodalidade e a log&#237;sitica internacional de carga, que privilegia a dist&#226;ncia econ&#244;mica em detrimento da dist&#226;ncia f&#237;sica.  Ali&#225;s, na ANTAQ convivi longo tempo com essa vis&#227;o limitada do segmento, a qual, infelizmente ainda prevalece nas decis&#245;es regulat&#243;rias sobre o transporte aquavi&#225;rio em todos os n&#237;veis de Governo.    
De qualquer forma parabens pelo artigo. 
Colocando-me &#224; disposi&#231;&#227;o, espero conhece-lo breve. 
Abra&#231;os 
Carlos Roberto Carpes 
Advogado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
, que come&#231;a e termina em um porto comercial, na atualidade &#233; uma atividade globalizada, </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Sr. Carlos.</p>
<p>Morei mais de 20 anos em Vit&oacute;ria, de onde me afastei em 2001 para assumir o cargo de Gerente de Desenvolvimento e de Regula&ccedil;&atilde;o da ANTAQ em Bras&iacute;lia. Apesar disto ainda mantenho ra&iacute;zes afetivas a&iacute; em Vit&oacute;ria. Ap&oacute;s deixar a ANTAQ no final de 2008 voltei a minha atividade no direito mar&iacute;timo, agora no Escrit&oacute;rio Jur&iacute;dico Carbone, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Achei muito interessante o seu artigo, mormente por abordar um tema t&atilde;o relevante para a nossa economia, como &eacute; o transporte mar&iacute;timo &#8211; e aqui incluo os portos -, e os inevit&aacute;veis efeitos da crise econ&ocirc;mica mundial sobre o segmento, a qual, lamentavelmente, apesar das evid&ecirc;ncias, os governos (em todos os n&iacute;veis), as autoridades do segmento mar&iacute;timo e portu&aacute;rio, e at&eacute; mesmo alguns empres&aacute;rios, teimam em ignorar, como se esperassem que a &quot;tsunami&quot; venha passar sem causar muitos estragos. </p>
<p>N&atilde;o se trata de ser pessimista, mas n&atilde;o comungo com aqueles que acham que estamos imunes aos efeitos da economia mundial, pois isso seria negar o fato incontest&aacute;vel que o car&aacute;ter  transnacional do transporte mar&iacute;timo de cargas e a sua condi&ccedil;&atilde;o insep&aacute;ravel dos portos, ignorando que &eacute; imposs&iacute;vel se tomar medidas para resolver os problemas do transporte, sem integr&aacute;-lo aos portos, a multimodalidade e a log&iacute;sitica internacional de carga, que privilegia a dist&acirc;ncia econ&ocirc;mica em detrimento da dist&acirc;ncia f&iacute;sica.  Ali&aacute;s, na ANTAQ convivi longo tempo com essa vis&atilde;o limitada do segmento, a qual, infelizmente ainda prevalece nas decis&otilde;es regulat&oacute;rias sobre o transporte aquavi&aacute;rio em todos os n&iacute;veis de Governo.   </p>
<p>De qualquer forma parabens pelo artigo.</p>
<p>Colocando-me &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, espero conhece-lo breve.</p>
<p>Abra&ccedil;os</p>
<p>Carlos Roberto Carpes</p>
<p>Advogado</p>
<p>, que come&ccedil;a e termina em um porto comercial, na atualidade &eacute; uma atividade globalizada,</p>
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