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	<title>Comentários sobre: A crise mundial e o comércio exterior</title>
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	<description>- O Seu Canal de Comércio Exterior &#38; Logística</description>
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		<title>Por: Levitra.</title>
		<link>http://www.comexblog.com.br/importacao/a-crise-mundial-e-o-comercio-exterior/comment-page-1#comment-10496</link>
		<dc:creator>Levitra.</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 21:56:25 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;Levitra....&lt;/strong&gt;

Discount levitra....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Levitra&#8230;.</strong></p>
<p>Discount levitra&#8230;.</p>
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		<title>Por: Thiago Pereira</title>
		<link>http://www.comexblog.com.br/importacao/a-crise-mundial-e-o-comercio-exterior/comment-page-1#comment-7473</link>
		<dc:creator>Thiago Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 09:18:42 +0000</pubDate>
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		<description> &lt;a href=&quot;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100307/not_imp520620,0.php&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100307/...&lt;/a&gt;  
 
Brasil supera Canad&#225; e se torna o terceiro maior exportador agr&#237;cola 
Pa&#237;s j&#225; havia deixado Austr&#225;lia e China para tr&#225;s, e agora s&#243; tem pela frente os Estados Unidos e a Uni&#227;o Europeia 
 
Raquel Landim 
Tamanho do texto? A A A A 
O Brasil ultrapassou o Canad&#225; e se tornou o terceiro maior exportador de produtos agr&#237;colas do mundo. Na &#250;ltima d&#233;cada, o Pa&#237;s j&#225; havia deixado para tr&#225;s Austr&#225;lia e China. Hoje, apenas Estados Unidos e Uni&#227;o Europeia vendem mais alimentos no planeta que os agricultores e pecuaristas brasileiros. 
 
Dados da Organiza&#231;&#227;o Mundial de Com&#233;rcio (OMC), divulgados este ano, apontam que o Brasil exportou US$ 61,4 bilh&#245;es em produtos agropecu&#225;rios em 2008, comparado com US$ 54 bilh&#245;es do Canad&#225;. Em 2007, os canadenses mantinham estreita vantagem, com vendas de US$ 48,7 bilh&#245;es, ante US$ 48,3 bilh&#245;es do Brasil. 
 
O ritmo de crescimento da produ&#231;&#227;o brasileira de alimentos j&#225; deixava claro que a virada estava prestes a ocorrer. Entre 2000 e 2008, as exporta&#231;&#245;es agr&#237;colas do Brasil cresceram 18,6%, em m&#233;dia, por ano, acima dos 6,3% do Canad&#225;, 6% da Austr&#225;lia, 8,4% dos Estados Unidos e 11,4% da Uni&#227;o Europeia. Em 2000, o Pa&#237;s ocupava o sexto lugar no ranking dos exportadores agr&#237;colas. 
 
Uma s&#233;rie de fatores garantiu o avan&#231;o da agricultura brasileira nos &#250;ltimos anos: recursos naturais (solo, &#225;gua e luz) abundantes, diversidade de produtos, um c&#226;mbio relativamente favor&#225;vel at&#233; 2006 (depois a valoriza&#231;&#227;o do real prejudicou a rentabilidade), o aumento da demanda dos pa&#237;ses asi&#225;ticos e o crescimento da produtividade das lavouras. 
 
&quot;Houve uma mudan&#231;a nas vantagens comparativas em favor do Brasil, que teve um custo de produ&#231;&#227;o baixo para v&#225;rios produtos nesse per&#237;odo gra&#231;as aos seus recursos naturais e ao c&#226;mbio&quot;, disse o analista s&#234;nior da Organiza&#231;&#227;o para Coopera&#231;&#227;o e Desenvolvimento Econ&#244;mico (OCDE), Garry Smith. 
 
Para o s&#243;cio-diretor da MB Agro, Alexandre Mendon&#231;a de Barros, &quot;o Brasil &#233; hoje a &#250;nica grande agricultura tropical do planeta&quot;. Ele ressalta que o aproveitamento da terra &#233; melhor na zona tropical. Em algumas regi&#245;es do Brasil, &#233; poss&#237;vel plantar milho depois de colher soja, o que significa duas safras no mesmo ano. 
 
Apesar disso, 80% da produ&#231;&#227;o de gr&#227;os ainda est&#227;o em &#225;reas temperadas. Canad&#225;, EUA e UE det&#234;m a tecnologia, mas n&#227;o conseguem ampliar sua agricultura, porque quase n&#227;o t&#234;m &#225;reas novas dispon&#237;veis e enfrentam muita dificuldade para convencer as pessoas a permanecer no campo. 
 
Gra&#231;as &#224;s pesquisas da Embrapa, o aumento da produtividade teve um papel fundamental no crescimento da produ&#231;&#227;o agr&#237;cola brasileira. Entre 1990 e 2009, a &#225;rea plantada de gr&#227;os no Pa&#237;s subiu 1,7% ao ano, mas a produ&#231;&#227;o cresceu 4,7%. &quot;Tivemos uma forte expans&#227;o da produtividade e um aumento da &#225;rea plantada entre 2000 e 2005&quot;, disse o diretor do Instituto de Estudos do Com&#233;rcio e Negocia&#231;&#245;es Internacionais (Icone), Andr&#233; Nassar. 
 
Segundo o s&#243;cio-diretor da Agroconsult, Andr&#233; Pessoa, a expans&#227;o da safra de soja e o aumento da produ&#231;&#227;o de carnes foram os principais respons&#225;veis pelo avan&#231;o recente do Brasil na exporta&#231;&#227;o agr&#237;cola. No complexo soja (gr&#227;o, farelo e &#243;leo), as exporta&#231;&#245;es mais do que quadruplicaram, saindo de US$ 4,2 bilh&#245;es em 2000 para US$ 17,2 bilh&#245;es em 2009. As vendas de carne bovina subiram de US$ 813 milh&#245;es para US$ 4,2 bilh&#245;es no per&#237;odo, e as de carne de frango, de US$ 735 milh&#245;es para US$ 5,8 bilh&#245;es. 
 
&quot;Sa&#237;mos de uma posi&#231;&#227;o insignificante para nos tornarmos maior exportador do mundo de carne bovina e de frango&quot;, disse o presidente da Associa&#231;&#227;o Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango, Francisco Turra, que era ministro da Agricultura em 1998, quando o Brasil conseguiu a certifica&#231;&#227;o da Organiza&#231;&#227;o Internacional de Sanidade Animal (OIE) e p&#244;de come&#231;ar a exportar. 
 
Nos produtos tradicionais, como caf&#233;, suco de laranja e a&#231;&#250;car, o Pa&#237;s manteve a lideran&#231;a. A participa&#231;&#227;o brasileira no mercado de caf&#233; oscilou entre 29% e 33% nos &#250;ltimos 10 anos, apesar do avan&#231;o do Vietn&#227;. &quot;O Brasil &#233; l&#237;der na exporta&#231;&#227;o mundial de caf&#233; desde 1860&quot;, diz o diretor executivo do Conselho dos Exportadores de Caf&#233; (Cecaf&#233;), Guilherme Braga. 
 
No suco de laranja, o Pa&#237;s &#233; respons&#225;vel por 80% das exporta&#231;&#245;es mundiais ? a maior fatia de um produto agr&#237;cola brasileiro. Dificilmente ganhar&#225; mais espa&#231;o, mas a concorr&#234;ncia tamb&#233;m n&#227;o est&#225; crescendo. &#201; um setor muito consolidado, com apenas quatro empresas. &quot;O suco &#233; um exemplo do que vai ocorrer com a agricultura em outras &#225;reas.&quot; 
 
O Brasil j&#225; ocupa o primeiro lugar no ranking de exporta&#231;&#227;o em v&#225;rios produtos agr&#237;colas ? a&#231;&#250;car, carne bovina, carne de frango, caf&#233;, suco de laranja, tabaco e &#225;lcool. Tamb&#233;m &#233; vice-l&#237;der em soja e milho e est&#225; na quarta posi&#231;&#227;o na carne su&#237;na. 
 
O Pa&#237;s, no entanto, ainda est&#225; distante de ser o maior exportador de alimentos do mundo. Os EUA e a UE exportaram mais que o dobro do Brasil. Em 2008, os americanos venderam quase US$ 140 bilh&#245;es em produtos agr&#237;colas, e os europeus embarcaram US$ 128 bilh&#245;es.  
 
&quot;Para superar esses pa&#237;ses, temos de fazer um gigantesca li&#231;&#227;o de casa&quot;, disse o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues. &quot;O Brasil precisa de uma estrat&#233;gia agr&#237;cola que englobe v&#225;rias &#225;reas do governo.&quot; 
 
Os especialistas n&#227;o arriscam prever quando ou se o Brasil vai alcan&#231;ar a lideran&#231;a, mas dizem que o potencial ainda &#233; significativo, principalmente para carnes, milho e &#225;lcool. O Pa&#237;s ainda n&#227;o vende carne a alguns pa&#237;ses por restri&#231;&#245;es sanit&#225;rias. No etanol, a exporta&#231;&#227;o deve aumentar muito quando o mercado se consolidar. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100307/not_imp520620,0.php" rel="nofollow">http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100307/&#8230;</a>  </p>
<p>Brasil supera Canad&aacute; e se torna o terceiro maior exportador agr&iacute;cola</p>
<p>Pa&iacute;s j&aacute; havia deixado Austr&aacute;lia e China para tr&aacute;s, e agora s&oacute; tem pela frente os Estados Unidos e a Uni&atilde;o Europeia</p>
<p>Raquel Landim</p>
<p>Tamanho do texto? A A A A</p>
<p>O Brasil ultrapassou o Canad&aacute; e se tornou o terceiro maior exportador de produtos agr&iacute;colas do mundo. Na &uacute;ltima d&eacute;cada, o Pa&iacute;s j&aacute; havia deixado para tr&aacute;s Austr&aacute;lia e China. Hoje, apenas Estados Unidos e Uni&atilde;o Europeia vendem mais alimentos no planeta que os agricultores e pecuaristas brasileiros.</p>
<p>Dados da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Com&eacute;rcio (OMC), divulgados este ano, apontam que o Brasil exportou US$ 61,4 bilh&otilde;es em produtos agropecu&aacute;rios em 2008, comparado com US$ 54 bilh&otilde;es do Canad&aacute;. Em 2007, os canadenses mantinham estreita vantagem, com vendas de US$ 48,7 bilh&otilde;es, ante US$ 48,3 bilh&otilde;es do Brasil.</p>
<p>O ritmo de crescimento da produ&ccedil;&atilde;o brasileira de alimentos j&aacute; deixava claro que a virada estava prestes a ocorrer. Entre 2000 e 2008, as exporta&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas do Brasil cresceram 18,6%, em m&eacute;dia, por ano, acima dos 6,3% do Canad&aacute;, 6% da Austr&aacute;lia, 8,4% dos Estados Unidos e 11,4% da Uni&atilde;o Europeia. Em 2000, o Pa&iacute;s ocupava o sexto lugar no ranking dos exportadores agr&iacute;colas.</p>
<p>Uma s&eacute;rie de fatores garantiu o avan&ccedil;o da agricultura brasileira nos &uacute;ltimos anos: recursos naturais (solo, &aacute;gua e luz) abundantes, diversidade de produtos, um c&acirc;mbio relativamente favor&aacute;vel at&eacute; 2006 (depois a valoriza&ccedil;&atilde;o do real prejudicou a rentabilidade), o aumento da demanda dos pa&iacute;ses asi&aacute;ticos e o crescimento da produtividade das lavouras.</p>
<p>&quot;Houve uma mudan&ccedil;a nas vantagens comparativas em favor do Brasil, que teve um custo de produ&ccedil;&atilde;o baixo para v&aacute;rios produtos nesse per&iacute;odo gra&ccedil;as aos seus recursos naturais e ao c&acirc;mbio&quot;, disse o analista s&ecirc;nior da Organiza&ccedil;&atilde;o para Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE), Garry Smith.</p>
<p>Para o s&oacute;cio-diretor da MB Agro, Alexandre Mendon&ccedil;a de Barros, &quot;o Brasil &eacute; hoje a &uacute;nica grande agricultura tropical do planeta&quot;. Ele ressalta que o aproveitamento da terra &eacute; melhor na zona tropical. Em algumas regi&otilde;es do Brasil, &eacute; poss&iacute;vel plantar milho depois de colher soja, o que significa duas safras no mesmo ano.</p>
<p>Apesar disso, 80% da produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os ainda est&atilde;o em &aacute;reas temperadas. Canad&aacute;, EUA e UE det&ecirc;m a tecnologia, mas n&atilde;o conseguem ampliar sua agricultura, porque quase n&atilde;o t&ecirc;m &aacute;reas novas dispon&iacute;veis e enfrentam muita dificuldade para convencer as pessoas a permanecer no campo.</p>
<p>Gra&ccedil;as &agrave;s pesquisas da Embrapa, o aumento da produtividade teve um papel fundamental no crescimento da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola brasileira. Entre 1990 e 2009, a &aacute;rea plantada de gr&atilde;os no Pa&iacute;s subiu 1,7% ao ano, mas a produ&ccedil;&atilde;o cresceu 4,7%. &quot;Tivemos uma forte expans&atilde;o da produtividade e um aumento da &aacute;rea plantada entre 2000 e 2005&quot;, disse o diretor do Instituto de Estudos do Com&eacute;rcio e Negocia&ccedil;&otilde;es Internacionais (Icone), Andr&eacute; Nassar.</p>
<p>Segundo o s&oacute;cio-diretor da Agroconsult, Andr&eacute; Pessoa, a expans&atilde;o da safra de soja e o aumento da produ&ccedil;&atilde;o de carnes foram os principais respons&aacute;veis pelo avan&ccedil;o recente do Brasil na exporta&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola. No complexo soja (gr&atilde;o, farelo e &oacute;leo), as exporta&ccedil;&otilde;es mais do que quadruplicaram, saindo de US$ 4,2 bilh&otilde;es em 2000 para US$ 17,2 bilh&otilde;es em 2009. As vendas de carne bovina subiram de US$ 813 milh&otilde;es para US$ 4,2 bilh&otilde;es no per&iacute;odo, e as de carne de frango, de US$ 735 milh&otilde;es para US$ 5,8 bilh&otilde;es.</p>
<p>&quot;Sa&iacute;mos de uma posi&ccedil;&atilde;o insignificante para nos tornarmos maior exportador do mundo de carne bovina e de frango&quot;, disse o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango, Francisco Turra, que era ministro da Agricultura em 1998, quando o Brasil conseguiu a certifica&ccedil;&atilde;o da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional de Sanidade Animal (OIE) e p&ocirc;de come&ccedil;ar a exportar.</p>
<p>Nos produtos tradicionais, como caf&eacute;, suco de laranja e a&ccedil;&uacute;car, o Pa&iacute;s manteve a lideran&ccedil;a. A participa&ccedil;&atilde;o brasileira no mercado de caf&eacute; oscilou entre 29% e 33% nos &uacute;ltimos 10 anos, apesar do avan&ccedil;o do Vietn&atilde;. &quot;O Brasil &eacute; l&iacute;der na exporta&ccedil;&atilde;o mundial de caf&eacute; desde 1860&quot;, diz o diretor executivo do Conselho dos Exportadores de Caf&eacute; (Cecaf&eacute;), Guilherme Braga.</p>
<p>No suco de laranja, o Pa&iacute;s &eacute; respons&aacute;vel por 80% das exporta&ccedil;&otilde;es mundiais ? a maior fatia de um produto agr&iacute;cola brasileiro. Dificilmente ganhar&aacute; mais espa&ccedil;o, mas a concorr&ecirc;ncia tamb&eacute;m n&atilde;o est&aacute; crescendo. &Eacute; um setor muito consolidado, com apenas quatro empresas. &quot;O suco &eacute; um exemplo do que vai ocorrer com a agricultura em outras &aacute;reas.&quot;</p>
<p>O Brasil j&aacute; ocupa o primeiro lugar no ranking de exporta&ccedil;&atilde;o em v&aacute;rios produtos agr&iacute;colas ? a&ccedil;&uacute;car, carne bovina, carne de frango, caf&eacute;, suco de laranja, tabaco e &aacute;lcool. Tamb&eacute;m &eacute; vice-l&iacute;der em soja e milho e est&aacute; na quarta posi&ccedil;&atilde;o na carne su&iacute;na.</p>
<p>O Pa&iacute;s, no entanto, ainda est&aacute; distante de ser o maior exportador de alimentos do mundo. Os EUA e a UE exportaram mais que o dobro do Brasil. Em 2008, os americanos venderam quase US$ 140 bilh&otilde;es em produtos agr&iacute;colas, e os europeus embarcaram US$ 128 bilh&otilde;es. </p>
<p>&quot;Para superar esses pa&iacute;ses, temos de fazer um gigantesca li&ccedil;&atilde;o de casa&quot;, disse o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues. &quot;O Brasil precisa de uma estrat&eacute;gia agr&iacute;cola que englobe v&aacute;rias &aacute;reas do governo.&quot;</p>
<p>Os especialistas n&atilde;o arriscam prever quando ou se o Brasil vai alcan&ccedil;ar a lideran&ccedil;a, mas dizem que o potencial ainda &eacute; significativo, principalmente para carnes, milho e &aacute;lcool. O Pa&iacute;s ainda n&atilde;o vende carne a alguns pa&iacute;ses por restri&ccedil;&otilde;es sanit&aacute;rias. No etanol, a exporta&ccedil;&atilde;o deve aumentar muito quando o mercado se consolidar.</p>
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		<title>Por: Bruno Nascimento Val</title>
		<link>http://www.comexblog.com.br/importacao/a-crise-mundial-e-o-comercio-exterior/comment-page-1#comment-7408</link>
		<dc:creator>Bruno Nascimento Val</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 15:42:59 +0000</pubDate>
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		<description>Porto Inseguro: 
Pesquisa do Instituto de Log&#237;stica e Supply Chain deu a nota 6,5 para o complexo portu&#225;rio capixaba, garantindo o pen&#250;ltimo lugar, atr&#225;s apenas de Salvador (5,4), onde o Carnaval e o turismo imperam o ano todo e at&#233; compensa o porto em baixa. No topo do ranking est&#225; o porto de Suape, em Pernambuco, cujos investimentos cont&#237;nuos em infraestrutura e gest&#227;o somaram mais de R$ 7 bilh&#245;es nos &#250;ltimos tr&#234;s anos. 
Para piorar, al&#233;m dos dados negativos da pesquisa, o terminal capixaba, que durante anos foi a principal porta de sa&#237;da de produtos vindos de Bahia, Goi&#225;s e Minas Gerais, deixar&#225; de atender mais um armador, a gigante Hamburg S&#252;d. A afirma&#231;&#227;o &#233; do diretor do Sindicato dos Operadores Portu&#225;rios do Esp&#237;rito Santo, Pedro Paulo Fatorelli, que disse estar perdendo carga para Santos e Rio de Janeiro. 
A baixa profundidade do seu canal, aliada aos problemas de acesso rodovi&#225;rio, s&#227;o alguns dos principais entraves que o complexo portu&#225;rio capixaba enfrenta. Fora os aterros constru&#237;dos por empresas, como a Flexibr&#225;s, cuja &#225;rea ampliada est&#225; coladinha com o Museu Vale, do outro lado do canal, afunilando ainda mais o acesso. O Esp&#237;rito Santo precisa de uma reza forte para acabar com essa urucubaca n&#227;o s&#243; no porto, mas tamb&#233;m aeroporto, pr&#233;-sal, Carnaval... 
 
Fonte: Jornal A Tribuna, mat&#233;ria do dia 12/02/2010. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Porto Inseguro:</p>
<p>Pesquisa do Instituto de Log&iacute;stica e Supply Chain deu a nota 6,5 para o complexo portu&aacute;rio capixaba, garantindo o pen&uacute;ltimo lugar, atr&aacute;s apenas de Salvador (5,4), onde o Carnaval e o turismo imperam o ano todo e at&eacute; compensa o porto em baixa. No topo do ranking est&aacute; o porto de Suape, em Pernambuco, cujos investimentos cont&iacute;nuos em infraestrutura e gest&atilde;o somaram mais de R$ 7 bilh&otilde;es nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos.</p>
<p>Para piorar, al&eacute;m dos dados negativos da pesquisa, o terminal capixaba, que durante anos foi a principal porta de sa&iacute;da de produtos vindos de Bahia, Goi&aacute;s e Minas Gerais, deixar&aacute; de atender mais um armador, a gigante Hamburg S&uuml;d. A afirma&ccedil;&atilde;o &eacute; do diretor do Sindicato dos Operadores Portu&aacute;rios do Esp&iacute;rito Santo, Pedro Paulo Fatorelli, que disse estar perdendo carga para Santos e Rio de Janeiro.</p>
<p>A baixa profundidade do seu canal, aliada aos problemas de acesso rodovi&aacute;rio, s&atilde;o alguns dos principais entraves que o complexo portu&aacute;rio capixaba enfrenta. Fora os aterros constru&iacute;dos por empresas, como a Flexibr&aacute;s, cuja &aacute;rea ampliada est&aacute; coladinha com o Museu Vale, do outro lado do canal, afunilando ainda mais o acesso. O Esp&iacute;rito Santo precisa de uma reza forte para acabar com essa urucubaca n&atilde;o s&oacute; no porto, mas tamb&eacute;m aeroporto, pr&eacute;-sal, Carnaval&#8230;</p>
<p>Fonte: Jornal A Tribuna, mat&eacute;ria do dia 12/02/2010.</p>
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