Modalidades de Pagamentos no Comércio Exterior: Remessa direta (sem saque)

Por Carlos Araújo

Discutiremos hoje mais uma modalidade de pagamento nas operações de comércio exterior:  a Remessa Direta (ou remessa sem saque).

O sucesso de uma transação internacional será resultado da avaliação correta entre os riscos e os custos envolvidos na forma de pagamento.  Nem sempre a mais segura para o exportador será a mais atraente e de menor custo para o importador.  E dependendo do poder de barganha de um dos lados, a transação comercial poderá ficar comprometida.

Olhando pela ótica do importador, a remessa sem saque é a menos burocrática e que não envolve nenhuma despesa bancária de intermediação.  Porém, ela envolve grandes riscos para o exportador.

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Modalidades de Pagamentos no Comércio Exterior: Pagamento Antecipado.

Por Carlos Araújo

Dia 28 de janeiro é o dia do comércio exterior.  Uma data muito especial para todos os profissionais da área, e pelo fato de o comércio exterior ser o motor de qualquer economia em crescimento.

E para prestar esta homenagem ao setor, iniciamos uma corrente de blogs e Twiiter’s para debater sobre o assunto.  Obrigado aos colegas e parceiros do mundo virtual: Blog Brascomex, Logística Descomplicada, Universo da Logística, Itajaí Práticos, Siri Portuário e Blog do Felipe Campoi. O Comexblog se sente honrado em poder contribuir.

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O Real está valorizado, mas nem tanto

Por Carlos Araújo

Mesmo com todas as projeções sombrias de que Real vai se valorizar mais ainda, e que isto pode fazer prejudicar as exportações, a moeda brsileira foi, na última década, apenas a quarta colocada mundial na valorização em relação ao dólar, segundo um relatório do Credit Suisse Hedging-Griffo.

Mesmo chegando a patamares assustadores nos últimos doze meses, o relatório indica que o Brasil viu sua moeda valorizar frente ao dólar apenas 32% nos últimos dez anos.  Esta forte alta no período foi apenas uma equiparação da sua cotação à de outros países emergentes que também são exportadores.

Países como a Rússia, Austrália e Turquia viram suas moedas valorizarem, respectivamente, 55%, 36% e 33%.

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Pagamentos e recebimentos internacionais: uma visão geral.

Por Luziane Oliveira *

Comprar ou vender um bem no mercado externo tem o pagamento/recebimento feito em uma moeda de livre conversibilidade e aceitabilidade. Para isto, o comerciante estabelecido no Brasil precisa, obrigatoriamente, efetuar uma operação de câmbio.

Uma operação de câmbio é quanto se envia/recebe o pagamento pela mercadoria ou serviço, entre empresas que se encontram em países diferentes.

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A valorização do real é boa ou ruim?

Por Carlos Araújo

O mercado é unânime em afirmar que é ruim e que nossas exportações serão prejudicadas por esta apreciação da moeda brasileira e pela inércia do Banco Central em intervir no mercado.

O jornalista Luis Nassif destaca em seu blog, que esta valorização é temível por dois motivos. Primeiro, porque o exportador ficará desestimulado com uma valorização extrema, que só no ano de 2009 alcançou 12% em relação ao dólar. Segundo, que sem a ajuda das exportações, o mercado não se recuperará tão fácil quanto se diz.

A prova disto é que a indústria de automóvel já teve queda na produção doméstica e a culpa é da exportação. E a principal pergunta para esta sitauação é Por que o real obteve uma valorização tão expressiva em tão pouco tempo?

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Vamos exportar para a China e receber em… Yuan! (?!)

Por Carlos Araújo

Mas uma ‘criatividade’ do governo brasileiro.  O presidente Lula sugeriu ao governo Chinês abandonar o dólar nas operações de comércio exterior bilateral e passar a utilizar as moedas locais nos seus negócios.  Parece piada, caro leitor, mas é verdade!

A idea (brilhante!) funcionaria assim:  na medida em que um exportador brasileiro efetuasse suas vendas para a China, o importador chinês poderia fazer o pagamento em Yuan em um banco local.  O Banco Central Chinês informaria ao Banco Central Brasileiro, e este autorizaria um banco, no Brasil, a liberar o pagamento em reais.

O próprio presidente Lula já declarou que isto seria difícil (?!) de implementar, já que o Bacen tem mecanismos rígidos neste sentido.  Mesmo assim, considerou a proposta como uma ‘alternativa para que o país não fique dependente do dólar’.

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Taxa de câmbio: onde irá parar?

Por Carlos Araújo.

Esta é a uma pergunta difícil de alguém responder no momento. Nem mercado, nem analistas e muito menos os economistas, conseguem projetar uma taxa de câmbio ideal.

Uma desvalorização cambial sempre foi a bandeira de alguns setores exportadores brasileiros, que alegavam que um dólar barato estimulava as importações e deteriorava as margens dos produtos exportados. Agora, até estes setores se sentem prejudicados com a moeda norte-americana nas alturas.

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