A crise mundial e o comércio exterior

Por Carlos Araújo*

2009 será lembrado como o ano das previsões catastróficas em relação ao comércio mundial. Pessimistas e otimistas geravam suas previsões, todas elas com números assustadores.  E esta crise, que começou em 2008 e afetou vários setores da economia no ano seguinte, fez de vítima as exportações e importações brasileiras.

Tudo começou no mercado hipotecário norte-americano que desencadeou sua mais grave crise no setor imobiliário. As hipotecas na modalidade subprime – aquelas que apresentam maior risco de não serem pagas e cujos beneficiários eram pessoas com histórico de inadimplência – geraram pânico no mercado doméstico dos Estados Unidos e rapidamente se alastraram para o resto do mundo.

Leia o texto

Comércio Exterior: a retomada do crescimento da economia brasileira

Por Carlos Araújo*

Mesmo com os anos de 2008 e 2009 em crise internacional, e que afetou duramente a balança comercial brasileira, o comércio exterior não perdeu o seu brilho para aqueles que buscam uma carreira de sucesso e com muito dinamismo.

Nem o déficit comercial de US$ 166 milhões em janeiro de 2010 retirou dos analistas e do Governo Federal o otimismo e a crença geral de que a retomada da economia passará pelo mercado interno, mas também pelo mercado externo.  EUA e na China, depois de superada a fase aguda da crise, serão as molas propulsoras capazes de fazer a roda da economia mundial voltar a girar.

O ano que se inicia será o da retomada dos negócios para aqueles com vocação para o comércio exterior.  Empresas com expertises em negócios internacionais saberão aproveitar as oportunidades que estão para nascer e buscarão no mercado as melhores pessoas para compor suas equipes.

Leia o texto

A falta de eficácia da alfândega brasileira atrasa o crescimento do país.

Por Carlos Araújo

Esta não é uma boa notícia a ser dada, mas quem trabalha no comércio exterior sabe que o título é apropriado as nossas operações aduaneiras, e que o comércio exterior brasileiro não deslancha, em parte, pelo excesso de zelo e burocracia dos órgãos fiscalizadores nas importações e exportações.

A Folha de São Paulo de 15/01/2010, na coluna Dinheiro, trouxe a informação que o Brasil não avança mais os seus negócios internacionais por causa da Alfândega e dos procedimentos aduaneiros, segundo o ranking de logística elaborado pelo Banco Mundial.  O país está atrás de emergentes como China, África do Sul, Malásia e Turquia.

Leia o texto

O setor siderúrgico nacional foi beneficiado e agora quer aumentar o preço do aço no mercado interno

Por Carlos Araújo

No começo do ano, o setor siderúrgico nacional foi beneficiado por uma medida protecionista do governo brasileiro aumentando a alíquota do imposto de importação, que até então era de zero, para 12%.

As maiores beneficiadas desta festa foram Usiminas e CSN, e a justificativa era a necessidade de proteção à indústria nacional contra as importações de aço chinês.  Na prática, a pressão dos empresários do setor fez a diferença.

Leia o texto

A estrela da economia brasileira na crise: a classe C

Por: Priscilla Del Carpio Cordeiro

A declaração mais recente do presidente Lula foi um elogio e uma massagem ao ego aos que ele classifica como os mais pobres, considerando-os como sustentadores da economia brasileira neste período de crise mundial (para alguns analistas já estamos saindo dela).

Atrás desta declaração existem outros fatores muito interessantes que de fato sustentaram a economia brasileira na crise mundial.  Dentre elas, a diminuição da carga tributária que teve como alvo o aquecimento da indústria e seus itens de consumo, em grande maioria, alvos de cobiça das classes C, D e E.

Leia o texto

Bancos indicam que a recessão brasileira já terminou, mas o setor exportador ainda preocupa o governo

Por Carlos Araújo

O Itaú Unibanco e Bradesco divulgaram nesta semana, estudos que indicaram que a recessão brasileira terminou no primeiro semestre de 2009. Para estes bancos, após dois trimestres de retração econômica, a economia brasileira voltou a se expandir e deve crescer até 2% no segundo trimestre de 2009. Porém, o setor exportador ainda continua devagar.

Mesmo o governo demonstrando otimismo na retomada das vendas externas, não há muito que se comemorar com os números que temos.  Nós devemos fechar o ano com um saldo comercial muito menor que do ano passado, que já teve uma forte redução em relação a 2007.

Leia o texto

O Brasil deve retaliar a Argentina?

Por Carlos Araújo

Após as eleições do legislativo na Argentina, chegou a hora do Brasil jogar duro com o país vizinho.  O principal motivo deste novo cenário é a substituição dos produtos brasileiros pelos chineses.  Claramente, as exportações do nosso país perdeu força para os hermanos, e os produtos asiáticos inundaram aquele mercado.

Nos seis primeiros meses de 2009, estima-se que houve uma redução de 42,5% das vendas brasileiras para o principal parceiro do Mercosul, totalizando US$ 4,936 bilhões em vendas.  Uma queda expressiva.

Leia o texto

Está difícil manter a Argentina como parceiro comercial

Por Carlos Araújo

Neste embate comercial, o Brasil já cedeu em 6 setores, dos 12 que estão em negociação com o nosso país.vizinho.  Só neste ano, o comércio bilateral já caiu 36%, e setores como freios, embreagens, calçados e móveis foram os mais afetados.

Tudo começou na Rodada de Doha, em que Brasil e Argentina tiveram posições diferentes nas negociações, relativos à farinha de trigo.  De lá pra cá, a crise internacional pegou os hermanos em cheio, e o governo da presidente Cristina Kirchner adotou uma política protecionista contra os produtos brasileiros.

Leia o texto

Brasil, o país do protecionismo

Por Carlos Araújo

Desde que a crise internacional se intensificou, o que mais se escutou dos governos de países emergentes, era que os países ricos deveriam abrir seus mercados para os demais.  O famigerado “Buy American”, polêmico artigo de incentivo à compra de produtos norte-americanos dentro do enorme pacote de estímulo econômico nos EUA,  criou um pânico mundial, pelo medo de que eles se tornariam mais protecionistas do que são.  O próprio governo brasileiro se posicionou contra tal proposta.

Bem, caro leitor, é de se pensar que nosso país fosse um oásis do livre comércio mundial.  Que nós não fazemos o mesmo que os americanos e que as únicas regras válidas no território brasileiro é a qualidade do produto e a eficiência do mercado.  Ledo engano.

Leia o texto

Retração do Comércio Exterior afeta a economia capixaba

Por Carlos Araújo

Já escrevemos neste blog, a importância do comércio exterior para a economia capixaba.  E agora, em pleno ápice da crise internacional, este tema volta a ser discutido.

Em participação recente da reunião de Planejamento Estratégico do Governo do Estado, o sociólogo e especialista em Trabalho José Pastore falou sobre trabalho e renda no Brasil e no Espírito Santo.

Leia o texto

Página 1 de 212