Exportação: Um péssimo negócio (parte 2)

Por Carlos Araújo

Não faz muito tempo que discutimos aqui o péssimo cenário brasileiro para os exportadores.  O real está cada vez mais valorizado, o dólar em ritmo de queda, e o mercado internacional, apesar de esboçar fraco crescimento, ainda não se recuperou do tombo.  A crise que começou nos EUA, e se espalhou pelo mundo, ainda vai demorar um pouco mais para acabar.

Para completar o cenário ‘fabuloso’, nossas exportações se tornaram ‘primarizadas’ e a rentabilidade foi a pior da história brasileira.  Quer mais?

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Fraudes nas exportações simplificadas por culpa de brecha no Siscomex

Por Carlos Araújo

O Siscomex (Sistema integrado de comércio exterior)  foi criado em parceria com o Banco Central, Receita Federal e SECEX, e administrado pelo Serpro, com o objetivo de integrar as atividades de registro, acompanhamento e controle das operações de comércio exterior, através de um fluxo único e computadorizado de informações. Trata-se de um sistema sem precedente no mundo, que engloba 100% das operações de importação e exportação no Brasil.

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Exportar está se tornando um péssimo negócio no Brasil

Por Carlos Araújo

O leitor pode achar que estou ficando maluco, e que o título deste post é completamente contrário aos anúncios oficiais do Governo, que vivem motivando a classe empresarial a ir para o mercado externo.  Mas o assunto aqui é outro, o da rentabilidade das exportações brasileiras, e o grande vilão, novamente, foi a cotação do dólar.

Só no ano de 2009, o real já se valorizou 34,4% em relação ao dólar, e isto não é o maior problema.  No mesmo período, houve um acúmulo de valorização de 49.35% em relação ao peso argentino e 33,73% sobre o iene japonês. E com a atual situação da pauta exportadora brasileira, vai ficar cada vez mais difícil para as empresas que buscaram o mercado externo ter retorno financeiro em seus balanços.

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Expoportos 2009

Por Carlos Araújo

A Expoportos – Feira de Logística, Transporte e Comércio Internacional, acontecerá nos dias 06, 07 e 08 de outubro de 2009. É o maior evento destes segmentos no Espírito Santo e um dos três mais importantes do País. Nas cinco edições recebeu um público de 16.500 pessoas e um crescimento médio de 30% ao ano no seu número de inscrições.

Montada no Pavilhão de Exposição de Carapina  numa área de 8.000m², o evento conta com uma Feira e um Fórum de Debates.

O objetivo principal é criar uma grande vitrine da infra estrutura de logística, transporte e comércio internacional do nosso Estado, reunindo num só espaço as principais empresas que atuam nestes segmentos e seus clientes, para realização de negócios, consolidar parcerias, prospectar novas oportunidades e debater temas que contribuam para o aumento da nossa competitividade.

As inscrições para a feira são gratuitas e podem ser feitas diretamente no local. Maiores informações, podem ser encontradas aqui.

(tlt)

Abertas as inscrições para o concurso de Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil

Por Carlos Araújo

Já foi publicado pela Receita Federal o edital de concurso para 450 vagas de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil.  Para participar, o interessado deve ter curso superior concluído, em nível de graduação.  A remuneração inicial é de valor de R$ 13.067,00, e o  período de inscrição vai de 28 de setembro de 2009 e a 13 de outubro de 2009.

As inscrições podem ser feitas através do site da ESAF, e o Edital pode ser baixado neste link. A taxa de inscrição é de R$ 130,00 e a aplicação das provas acontecerá nos dias 5 e 6 de dezembro de 2009.

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Radar Comercial: a inteligência de negócios no comércio exterior

Por Carlos Araújo

A Inteligência de negócios, do inglês Business Intelligence (BI), é o que há de mais moderno nas diversas corporações mundiais.  Coletar, organizar, analisar, compartilhar e monitorar informações que visam oferecer suporte a gestão dos negócios é ponto crucial em qualquer atividade comercial.

E no Brasil, o BI é utilizado para incrementar nossos negócios internacionais.  Desenvolvido pela Secretaria de Comércio Exterior – SECEX, o Radar Comercial é um sistema sem paralelo no mundo, que oferece às empresas informações e análises relativas ao comércio internacional, disponível na internet e com acesso gratuito.

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O Tratamento Administrativo no Brasil das Operações de Comércio Exterior

Por Carlos Araújo

A decisão de importar ou de exportar requer muito mais que apenas uma boa negociação de preços, quantidades e prazos de entrega.  É preciso que o empresário conheça todos os procedimentos legais, administrativos e operacionais de acordo com a legislação brasileira.  E é neste ponto que reside a maioria dos problemas:  Não conhecer o tratamento administrativo na importação e na exportação.

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A difícil tarefa de se exportar no Brasil

Por Carlos Araújo

Recentemente, li um artigo no jornal O Estado de São Paulo que me chamou a atenção: Tudo Errado! O Brasil não sabe como exportar!

Realmente, estamos exportando pouco e mal. Nos seis primeiros meses deste ano, a exportações brasileiras cairam quase 30%, mesmo com a China se recuperando do tombo da crise internacional.

E com a desaceleração do comércio mundial, será que isto vai mudar nos próximos meses?  A resposta parecer ser um sonoro e alto ‘não’.

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Explicando os Incoterms: Grupo D

Por Carlos Araújo

Os termos de Incoterms que abordaremos hoje serão os do Grupo D:  DAF, DES, DEQ, DDU e DDP.

A característica deste grupo é que a transferência do Risco se dá fora do país do exportador.  Diferentemente dos outros grupos, neste o vendedor precisa assumir a responsabilidade pela chegada da carga no país do comprador, além de cuidar de todas as responsabilidades logísticas.

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A questão delicada do crédito-prêmio IPI.

Por Priscilla Del Carpio Cordeiro

O texto do portal exame “Entenda o Crédito-Prêmio IPI” é explicativo a esta questão delicada que o governo atual tenta resolver sem grandes traumas aos seus interesses.

A instituição do crédito-prêmio IPI foi feita por lei e determinava a obtenção de crédito inicial de 15% sobre o valor da mercadoria embarcada a serem utilizados para abater do IPI que incidisse sobre os produtos vendidos no mercado interno. Com o olhar de hoje, na ótica do nosso entendimento de promoção as exportações, essa medida soa como uma música para os ouvidos dos exportadores atuais (se fosse para ser instituída agora). Para aquela época foi uma medida de muito incentivo as exportações e também ao consumo do mercado interno. Sem dúvida, foi uma medida promissora, a frente do seu tempo.

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