Os documentos do comércio exterior

Por Carlos Araújo

Nas transações internacionais, seja na importação ou na exportação, os documentos desempenham uma importante função de negociação. São eles que descrevem o que está sendo vendido, transportados ou atestam a qualidade do produto feita através de um laboratório ou de uma instituição credenciada de renome internacional.

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O comércio exterior brasileiro e o profissional do futuro

Por Carlos Araújo

É inquestionável o crescimento do comércio exterior brasileiro nos últimos cinco anos. São sucessivos recordes mensais nas exportações brasileiras, e cada vez mais empresas começam a participar deste processo de internacionalização, seja através da importação ou da exportação.

As previsões para o ano de 2008 indicam que serão exportados 202 bilhões de dólares, segundo novas estimativas do Ministério do Desenvolvimento. Isto significa dizer que desde 2003, o Brasil vive constantes superávits na sua balança comercial.

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Sistema Harpia: uma nova visão para o Comércio Exterior Brasileiro

Por Carlos Araújo

A maior ave de rapina do Brasil e do mundo é a Harpia. Temo como principal característica a profundidade da visão, chegando a ser oito vezes maior (e mais potente) que a do homem. Com uns olhos assim, é difícil para a presa sobreviver e se esconder do seu predador.

E a Receita Federal do Brasil, a Unicamp e com o ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), juntos desenvolveram um sistema capaz de olhar as operações de comércio exterior brasileiro em uma nova ótica. Chama-se Sistema Harpia (ou tecnicamente identificado como Sistema de Análise de Risco e Inteligência Artificial Aplicada).

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Como é investir em outro país?

Por Carlos Araújo

O atual cenário da economia brasileira está mostrando uma cena incomum até bem pouco tempo atrás: os estrangeiros começam a se familiarizar com brasileiros tocando uma fábrica ou uma obra no seu país. Este movimento, concordam os especialistas, é bom para as empresas e bom para o país, se planejado adequadamente e com pensamento nos resultados a longo prazo.

Porém, nem tudo são flores. Atualmente, o processo de internacionalização tem obrigado as empresas a tomarem decisões instantâneas, que no primeiro momento pode parecer fácil, quando na verdade se trata de uma ação das mais complexas na trajetória de qualquer empresa.

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O drawback verde-amarelo

Por Carlos Araújo

Depois de muita conversa e promessa, o governo brasileiro finalmente oficializou um novo mecanismo de incentivo à exportação. Trata-se do drawback verde-amarelo, que terá início em primeiro de outubro, e segundo fontes oficiais do governo deverá ajudar, inicialmente, 5 mil exportadores.

Você certamente já escutou que o drawback era uma solução para o incremento das exportações. Mas antes de falarmos do verde-amarelo, precisamos explicar o que é o mecanismo original.

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O fenômeno das multinacionais brasileiras

Por Carlos Araújo

Até pouco tempo atrás, este título poderia ser alvo de piada. Tradicionalmente a internacionalização das operações dos grandes conglomerados globais acontecia com empresas dos EUA, Japão e Europa, expandindo seus negócios pelo mundo, normalmente em direção aos emergentes. Mas isto mudou na última década.

Os investimentos diretos feitos por estas empresas saltaram de US$ 147 bilhões em 1990 para US$ 1,4 trilhão em 2005. E o Brasil está investindo cada vez mais no mercado internacional.

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O Comércio Exterior e as Empresas

Por Carlos Araújo

Muito já se falou que o comércio exterior é a principal saída para o crescimento do país e das empresas. Como já foi dito em post anterior, não é possível uma empresa ou país viver sem que estes participem deste novo cenário.

Mas para aquelas pessoas que estão iniciando neste novo mundo, qual é a diferença entre o comércio nacional e o comércio internacional? Vamos tentar explicar nestas poucas linhas.

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Internacionalizar é preciso!

Por Carlos Araújo

Na década de 70 e na década de 90, surgiram, não por consciência da realidade, mas por problemas conjunturais, as famosas expressões “exportar é o que importa” e “exportar ou morrer”. Estas duas frases de impacto buscaram mudar a consciência empresarial de que o mercado interno tornou-se insuficiente.

Como qualquer outro grande mercado, durante muito tempo o Brasil se preocupou em atender apenas o enorme e maravilhoso potencial interno, e se esqueceu de que as grandes oportunidades da década de 90 estavam no mercado externo. Em conseqüência, tivemos décadas perdidas e precisamos ficar atentos para não termos outras, se não nos dermos conta de que o mundo mudou.

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O Brasil e o aumento da Corrente de Comércio

Por Carlos Araújo

No passado muito se discutiu que o Brasil deveria ter grandes superávits comerciais em sua balança comercial. Estes saldos positivos serviriam para compensar, com folga, os tradicionais déficits na conta de serviços. Entre os mais importantes componentes nesta conta de serviços, estão os juros pagos, as viagens internacionais, os fretes, seguros e remessa de lucros e dividendos para o exterior. Porém, esta tendência começa a se inverter.

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Um Abraço,

Prof. Carlos Araújo

Professor Universitário, Despachante Aduaneiro e Consultor de Comércio Exterior.

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