Por que o superporto de contêineres é importante para o ES?

Por Carlos Araújo

Cada vez mais as empresas buscam a sua eficiência global na logística, e para isto é preciso  debater a ineficiência portuária da atualidade.  Ela é o grande tema da atualidade, uma vez que custos logísticos já representam 11% do PIB, segundo pesquisa feita pelo Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS). Assim, é oportuno tentar responder por que um porto de águas profundas é uma vital para o crescimento da economia local.

O Espírito Santo está em posição geográfica privilegiada tornando-o uma excelente porta de entrada para todas as principais atividades econômicas do país, devido à proximidade dos centros mais dinâmicos e desenvolvidos do País e à sua integração ao mercado internacional.

Num raio de 1.000 Km a partir de Vitória, temos uma área detentora de 35% do PIB do Brasil, o que representa um mercado consumidor de bens e serviços de mais de 60 milhões de habitantes.  Adicional, há a vocação natural das exportações de Mina Gerais, do Centro Oeste, do Cerrado e uma opção para os gargalos do Rio e de São Paulo.

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A (in)eficiência Portuária no Espírito Santo

Por Carlos Araújo

Como na maioria dos portos brasileiros que operam contêineres, a situação dos portos capixabas não é das melhores.  Uma pesquisa do Ranking dos Portos Brasileiros feita pelo Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS) indica que Vitória está entre os três piores portos do Brasil que trabalham neste segmento.

Apesar de o Espírito Santo ter o Porto de Tubarão, que está entre os melhores do país também segundo a pesquisa, oscilando entre 15,5 e 17 metros de calado e que opera granéis,  a realidade da operação de carga conteineirizadas é bem diferente. Além da falta de investimentos em dragagem, ampliação, os portos daqui sofrem com as dificuldades de acesso terrestre, aumentando o tempo médio de espera dos navios.

Em outubro de 2008, o Governo do Estado tornou pública a proposta de construção de um “Super Porto” no complexo portuário de Tubarão e Praia Mole. A proposta foi  destinada à movimentação de contêineres em águas profundas, e que quando implantado faria com Espírito Santo recebesse navios cargueiros de grande capacidade.  Porém, muito tempo se passou e até agora nada de muito importante aconteceu.

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O papel fundamental do transporte na logística

Por Vivian Lourenço*

Agilizar o atendimento é fundamental para que uma empresa de logística possa atingir a demanda de clientes e produtos no menor tempo possível.

A logística tem um papel fundamental em todos os setores da economia mundial. E dentre os modais possíveis dentro de um plano logístico, pode-se ter os setores marítimo, hidroviário, rodoviário, aéreo e ferroviário.

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O Superporto do Eike Batista: Um vizinho que vai incomodar os capixabas.

Por Carlos Araújo

A melhor afirmação para o Completo logístico e industrial de Açu, mais conhecido como Superporto do Açu, é de o vizinho que vai Incomodar.  Os números não me deixam mentir.

Construído em São João da Barra, Região Norte do Estado do Rio de Janeiro, o Superporto do Açu já pode ser considerado um dos maiores investimentos do Brasil em terminais marítimos privados. A obra foi iniciada em 2007, e já começará a operar em 2012.

O projeto inicial era de estímulo para a instalação de novos projetos para a exportação fluminenses, mas o empreendimento logístico já possui 32 empresas capixabas, principalmente do setor de granito, interessadas em se instalar lá.

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A logística da Fórmula 1

Por Leandro Callegari Coelho *

Você que já assistiu a uma corrida de Fórmula 1, já parou para pensar no desafio logístico de levar todos os carros, equipamentos e pessoas ao redor do mundo?

Neste post vou mostrar um pouco desse trabalho, e tentar mostrar algumas informações curiosas desse esporte.

Em 2010, com o calendário da F1 apontando 19 corridas, as equipes viajarão por 3 continentes e mais de 160 mil km!

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A Logística Portuária Eficiente, Eficaz e Inteligente

Por Carlos Araújo

Nos dias atuais, discutir se devemos ou não ter uma estrutura portuária adequada aos padrões globais pode até parecer sem sentido.

Porém, percebemos que Governo Federal, Estadual e Municipal tem avançado muito pouco nesta discussão, mesmo a necessidade sendo óbvia e latente. O exemplo mais claro vem do Porto de Santos/SP e do Porto de Vitória/ES.

O maior porto da América Latina, com volumes estimados para 90 milhões de toneladas para 2010,  sofre com a falta de ampliação há tempos, e só recentemente recebeu a promessa de investimentos da ordem de 5 bilhões de dólares.

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A infraestrutura portuária consumindo a vantagem competitiva

Por Carlos Araújo

Dados recente mostram que o Brasil já é o terceiro maior exportador de alimentos do Mundo.  Perdemos apenas para os Estados Unidos e União Européia, e recentemente ultrapassamos o Canadá.  Austrália, China, Argentina e outras potências agrícolas já ficaram pra trás há décadas.  Mas isto não pode ser motivo de comemoração, quando analisado pela ótica da logística.

Mesmo com um ritmo de crescimento de exportação na ordem de 19% na média, segundo dados da OMC, muito acima dos 6,3% do Canadá, 6% da Austrália, 8,4% dos Estados Unidos e 11,4% da União Européia, nossos preços ainda não são melhores.  E a resposta para esta situação pode estar na péssima infraestrutura dos nossos portos, falta de acesso rodoviário e ferroviário, e a falta de integração de todos estes elos deixando de gerar sinergia com o transporte multimodal.

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O Brasil não sabe aproveitar o potencial exportador de frutas que possui

Por Carlos Araújo

O Brasil é um grande produtor de frutas, dado ao seu clima e localização privilegiada para com os grandes mercados.  Entretanto, se comparado com o nosso pequeno vizinho, o Chile, estas vantagens podem ser diminuídas por problemas logísticos e operacionais.

Dados de institutos especializados no setor indicam que o Brasil exportou apenas US$ 800 milhões no ano de 2008, enquanto o Chile, com uma área quase dez vezes menor, exporta valor superior a 2 bilhões de dólares/ano. E os motivos para este pífio resultado são vários, como fatores de produção, comercialização, marketing, estrutura logística e ineficiência operacional das nossas aduanas e outras agências fiscalizadoras do setor.

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Parceria entre a economia e a logística internacional

Por Carlos Araújo

A revista Isto É Dinheiro desta semana traz um assunto muito interessante:  os benefícios do crescimento da economia para o setor logístico.

Segundo o presidente da Centronave, entidade que reúne 30 empresas de navegação, com o aquecimento da demanda global por produtos, será preciso o Brasil investir R$ 43 bilhões no setor portuário.  Se isto não acontecer, teremos um verdadeiro apagão logístico nos próximos anos e parte da nossa competitividade será reduzida a pó.

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A logística paga o preço da incompetência pública

Por Carlos Araújo

Mais um exemplo de como o dinheiro público é ‘bem administrado’ em nosso país.

Saiu na Revista Exame (Edição 942, de 05/05/09), que estão encaixotados (repetindo: ainda na caixa original), na Rede Ferroviária Federal em Campinas, 68 locomotivas importadas da França em 1976. Há mais de 30 anos que foram compradas e nunca foram montadas e utilizadas.

Qual a explicação para isto? Temos tantos portos, aeroportos e sistema ferroviário em pleno funcionamento que estas 68 máquinas não precisariam ser colocadas para trabalhar?

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