6 comentários
Elainy Dekleva Cosme
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18/03/09
Nesse vídeo, Luiz Carlos M. de Barros (economista e consultor) fala que o EUA criou-se uma crise do tamanho não imaginável e que o problema tem que ser resolvido lá. Porém acho que isso também pode afetar nosso bolso cedo ou mais tarde, é uma questão que devemos se preocupar.
O capital estrangeiro é inibido com a crise americana, isso afeta a economia do Brasil de várias formas, exemplos: a nossa moeda se desvaloriza (devido a Bolsa de Valores ter fechado em baixa) e aumenta gradativamente a inflação, fazendo com que perdemos o poder de compra; ocorre a desvalorização das commodities; a enorme queda da Bovespa; diminuição das exportações causando aumento nos preços das importações; etc.
Com a crise, os consumidores retêm dinheiro, deixam de gastar devido às empresas terem demitidos funcionários (desemprego), e isso é ruim para as empresas, pois não vai haver circulação de dinheiro.
O Brasil para sair da crise fortalecido, o governo deveria investir nos problemas internos, um exemplo seria a melhoria das estradas, gerar emprego para melhoria da renda familiar, exploração da camada pré-sal, etc.
Elainy Dekleva Cosme – 3° Comex A – Cet Faesa
Gabriel Fonseca 3° comex A
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20/03/09
Atualmente o PIB dos Estados Unidos correspondem a 30% da economia mundial e os consumidores norte americanos representam 70% desse PIB, portanto pode-se dizer que 21% da economia mundial é representada pelo consumo das famílias dos EUA.Essa crise afeta principalmente o consumo dessas famílias.O PIB da primeira economia mundial retraiu 6,2% no quarto trimestre de 2008, afetado por uma queda do consumo das famílias de 4,3%, a mais forte constatada desde 1980.Devido a importância da economia dos EUA no mundo, é de se esperar que muitos países sofram com essa crise, inclusive o Brasil.
Em decorrência da queda da demanda mundial , as exportações brasileiras vem caindo e isso é um dos fatores que contribuem para a retração da economia brasileira.Essa queda na demanda mundial por produtos causa também uma queda no preço das commodities , o que acaba afetando ainda mais as exportações brasileiras.
Uma das principais características dessa crise é a falta de confiança que os
bancos estão em emprestar dinheiro. Segundo o Banco de Compensações Internacionais (BIS) ,21% do crédito brasileiro vem de bancos estrangeiros.E esses bancos estrangeiros são os principais envolvidos na crise,a conseqüência disso vai ser a escassez de crédito na economia do Brasil.
Existem três componentes do PIB brasileiro que são dependentes de crédito.As
empresas para investir e exportar necessitam de crédito e as famílias para consumirem também necessitam de crédito. Isso demonstra que a economia
brasileira vai sim ser atingida por esse crise.Só não se sabe com que intensidade .De acordo com uma previsão do banco de investimentos Morgan Stanley,a economia brasileira vai contrair 4,5% em 2009.Já segundo o governo brasileiro a economia vai crescer 2%. Agora é esperar para ver quem vai estar certo .
Fernanda de Oliveira Ferreira
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21/03/09
A crise teve início com a divulgação da quebra do banco Lehman Brothers, depois de outros bancos, em seguida, pela iniciativa de intervenção do governo americano e a revelação da causa da quebra pela inadimplência imobiliária generalizada na sociedade norte-americana.
Poderia até ter sido problema doméstico, interno, que não deveria, necessariamente, afetar outros mercados externos. Mas a economia norte-americana é a maior e mais poderosa do mundo e afeta todas as demais economias espalhadas pelo planeta.. Isso é importante pois mostrou para o mundo a importancia, e a dependencia que o mundo ainda têm dos EUA, quando ja se discutia se não seria já a China a maior economia do mundo?
É importante destacar também que a crise começou nos Eua e hoje o mundo depende que a resolução parta dos EUA. O Brasil que até então vivia um ótimo momento devido ao crescimento do mercado interno, atualmente se vê numa turbulência (a marolinha ja tornou-se uma onda grande), e a freou a economia brasileira e hoje temos visto uma perspectiva de crescimento do PIB perto do 0%.
É nessa hora que o estado precisa agir criando um caminho inverso do momento atual, precisa criar empregos, gerar rendas para que as familias possam consumir e empregar outras familias… Uma saida seria a criação de grandes obras publicas onde a demanda de mão de obra e maior e movimenta mercados como aço, cimento que são mercados que retém grande mão de obra.
Fernanda de Oliveira Ferreira 3º Comex A
Ivania M Gava Alves 3º Comex A
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22/03/09
A crise financeira que o mundo atravessa foi provocada pela bolha de hipotecas imobiliárias nos EUA. A febre consumista fez com que as pessoa comprassem casas e se endividassem além da sua real condição de pagar; e o governo não exerceu seu papel de órgão fiscalizador. A crise foi gerada por especuladores e banqueiros irresponsáveis. A questão é a escassez do crédito e do consumo, fazendo com isso o dinheiro desaparecer do mercado internacional. A quebradeira enfrentada por vários bancos gerou a crise de confiança. Num mundo cheio de incertezas, o dinheiro pára de circular, tornando o crédito, ainda que disponível, muito caro. Em uma economia globalizada, a falta de dinheiro em algum lugar do mundo afeta empresas em toda parte do planeta.
No Brasil, o principal efeito da crise é a dificuldade em se obter dinheiro. Grandes empresas que dependem de financiamento externo passam a encontrar menos linhas de créditos disponíveis, porque os bancos não liberam. E com dificuldade em conseguir no exterior, os projetos ficam comprometidos, deixando de gerar empregos e renda ao país. Dados divulgados em fevereiro pelo IBGE mostra que o nível de desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do país subiu em janeiro e fechou o mês em 8,2%.
Outro reflexo bem visível da crise é a forte queda na bolsa de valores.Isso é um ciclo sem fim. Com medo da crise financeira aumentar, os investidores retiram o dinheiro da bolsa. Eles preferem sair e aplicar em investimentos mais seguros. Assim eles vendem seus papéis para cobrir perdas lá fora. Como há uma oferta elevada, os preços dos papéis caem e os índices (que refletem os valores das ações) desvalorizam.
Há previsão de queda no Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina. Entre os principais mercados, o Brasil deve ficar estagnado, registrando crescimento 0% ou ligeiramente negativo, mesmo com os anúncios de investimentos, por parte do governo federal. Isso vai ocorrer porque a recuperação não dependerá somente do que o país fizer, mas também da recuperação da economia em nível global.
Pablo Santos 3º COMEX A
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22/03/09
A crie econômica mundial e seus efeitos no Brasil. Vamos ser afetados? A resposta para esta pergunta em uma análise simplista é sim! Não “vamos somente”, como já estamos sendo afetados. Dados publicados na mídia eletrônica mostram que a criação de empregos cresceu após três quedas consecutivas e mesmo assim este índice é 95% menor que o mesmo período em 2008 segundo nota de umas das mídias eletrônicas que divulgou os seguintes números: Fevereiro de 2009 foram criados 9.179 vagas de emprego com carteira assinada; apesar da alta, esse resultado foi 95% inferior ao resultado obtido em igual mês em 2008, quando foram abertas 204.963 vagas. Este fato tem influência direta sobre o PIB, pois esta baixa nas taxas de empregabilidade repercute no poder de compra dos brasileiros que por sua afeta diretamente este índice.
Ainda o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, e a atual conjuntura econômica mundial, podemos dizer que o Brasil sofrerá uma recessão, com base no PIB de 2009 no qual tudo indica que será menor que o de 2008. Isso porque o Brasil em condições favoráveis cresceu bastante em 2008, apresentando problemas somente no ultimo trimestre. Em 2009 não temos condições favoráveis, temos sim uma crise mundial que segundo gurus da economia só será estabilizada em meados de 2010, uma dessas condições desfavoráveis é exportação de minério de ferro e aço que caiu drasticamente gerando desemprego nas mineradoras e siderúrgicas brasileiras, isso porque o principal mercado consumidor dessas commodities é a China que tem como consumidor final de seus produtos os EUA (estopim da crise) e a Europa que apresenta baixas em seus índices de consumo interno.
Mariana Leal Lauff - 3o Comex A
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22/03/09
A crise que começou nos EUA, se alastrou. Nesse mundo globalizado e com mercados cada vez mais abertos, isso é inevitável, ainda mais quando o país afetado é a maior economia e o país mais poderoso e maior consumidor do mundo. O grande causador da crise foi a chamada bolha imobiliária e a desregulamentação do setor, mas seu estopim foi a quebra de um dos maiores bancos de investimentos americanos, o Lehman Brothers.
Hoje vivemos uma crise de liquidez (retração do crédito), ou melhor, uma crise de confiança. Nesse mundo de incertezas, o dinheiro pára de circular – quem possui recursos sobrando não empresta e quem precisa de dinheiro para cobrir falta de caixa não encontra quem forneça.
Não há como dizer que o Brasil não foi, ou será afetado. As importações e principalmente nossas exportações diminuem, já que nossos compradores como EUA e Europa enfrentam uma recessão. Porém se agirmos rápido poderemos reverter logo essa situação e sermos pouco afetados pela crise. Um dos motivos é que a China continua crescendo e hoje estamos mais ligados a ela com as commodities do que com os EUA. Uma das razões para esse crescimento chinês é porque lá eles são bastante eficientes com os gastos públicos, e segundo o economista britânico John M. Keynes um país só irá crescer com investimento público. Nos EUA isso fica difícil porque além de depender da aprovação do Congresso, o país não tem muito mais onde investir em estrutura. Esses investimentos gerariam emprego, a população teria mais dinheiro, aumentaria o consumo e o país voltaria a crescer. Isso que pode acontecer aqui no Brasil, com o PAC. Por essas e outras, apesar do susto, podemos sair ainda mais fortalecidos dessa crise.
A crise começou nos EUA e lá deve ser finalizada. Para tal, é primordial “arrumar” o mercado hipotecário, e ele está encaminhando bem com a redução dos juros. Esse ciclo econômico é só mais um dentre vários que ocorreram e ainda ocorrerão. Com cada um deles sempre é aprendido algo, ou assim se espera.