Martha Ferreira

Economista, consultora de Negócios e Logística, Autora, Editora e Idealizadora do site www.marthaferreira.com.br

comércio exterior

O mundo exportava US$ 62 bilhões, em 1950. Em 2000, passou para US$ 6,456 trilhões; e no ano passado, esse resultado pode ter chegado a US$ 16 trilhões. Os 10 maiores exportadores mundiais foram a China, com 11,75% do total de mercadorias exportadas; EUA, com 9,69%; Alemanha, 9,13%; Japão, 4,69%; Holanda, 3,87%; França, 3,56%; Coréia do Sul, 3,46%; Itália, 2,87%; Bélgica, 2,69%; e Reino Unido, 2,63%. Nesse contexto, o Brasil ocupa a 21ª posição no ranking dos maiores exportadores globais, com um índice de 1,6%. Continue lendo

O Espírito Santo registrou uma alta de 27% nas vendas para o mercado externo, em 2011: US$ 15,1 bilhões contra US$ 11,9 bilhões, em 2010. Representando 5,92% dos negócios brasileiros, feitos no exterior, o estado se manteve na 7ª posição, no ranking nacional de estados exportadores. Os principais destinos das exportações capixabas foram os EUA, China, Holanda, Argentina e Arábia Saudita, e entre os produtos mais vendidos estão o minério de ferro, petróleo cru, produtos de ferro e aço, café, celulose e rochas ornamentais. Em Continue lendo

economia

Incentivos fiscais ou financeiros, fundos de participação e royalties são recursos com os quais o Estado do Espírito Santo conta para se manter. Já perdeu um e está prestes a ter cortes substanciais nos outros. O Fundo de Desenvolvimento das Atividades Portuárias (Fundap) é um incentivo financeiro inédito, que visa incrementar as operações de comércio exterior – através do sistema portuário capixaba -, para as empresas sediadas no Espírito Santo e tributadas com o ICMS local. Está certo que incentivo é um benefício concedido para Continue lendo

Incentivos fiscais ou financeiros, royalties e fundos são recursos com os quais o Espírito Santo conta para se manter. Já perdemos um e estamos prestes a perder ou ter cortes substanciais nos outros. No caso do FUNDAP, por exemplo, o estado teve 40 anos para usufruir o incentivo e reverter a situação que exigiu sua implementação, mas se acomodou e transformou uma situação transitória em permanente. O impacto da sua perda, sobre a nossa economia, será muito grande e está avaliado em R$ 1 bilhão Continue lendo

Mais de R$ 12 bilhões foram gastos em propaganda oficial, na última década, mostrando o Brasil como uma grande potência econômica e social, quando na verdade, tudo não passa de uma grande farsa. O Orçamento da União para 2012 é de R$ 2,2 trilhões. Como os serviços da dívida, INSS, transferências constitucionais, pessoal, saúde e educação engolirão 74% desse total, sobrarão apenas 26% para todos os investimentos e outras despesas. A dívida total da União era de R$ 1,1 trilhão em 2002, subiu para R$ Continue lendo

Em todo o mundo é comum o uso de frotas navais para transporte de cargas e comércio. Cerca de 80% do transporte global de cargas é efetuado por este modal. O Brasil se inseriu no cenário do comércio internacional em 1808, com a abertura dos portos promovida pelo rei D. João VI. A partir da promulgação da Lei das Concessões, em 1869, essa tendência se acelerou porque permitiu o financiamento privado das obras de expansão, nos principais portos nacionais. Esse modelo de privatização durou até Continue lendo

Comércio exterior

É instável a situação econômica mundial. E poderá complicar se os conflitos na África e Oriente Médio se intensificarem, ações terroristas ganharem escala com morte de Bin Laden, agressões ao meio ambiente aumentarem, Japão não conseguir reverter queda do seu PIB, produção de petróleo for reduzida e inflação continuar crescendo no mundo. Podemos esperar dias bem amargos. Nos EUA, persiste a escassez de poupança pessoal e o consumo das famílias continua sendo a maior contribuição do PIB de quase R$ 25 trilhões. O déficit fiscal Continue lendo

Através dos chamados grandes projetos, que começaram com a expansão da CVRD (Vale), seguida pela Aracruz (Fíbria), Samarco e CST (Arcelor Mittal), o Estado do Espírito Santo marcou, definitivamente, a sua inserção na era industrial e da economia globalizada. Hoje, essas empresas já estão entre as maiores do mundo. Com as descobertas de petróleo e gás, na nossa camada de pré-sal, a Petrobras passou a fazer parte desse grupo e pretende investir cerca de R$ 65 bilhões, nos próximos 10 anos. O Espírito Santo já Continue lendo

Comércio exterior

A crise financeira internacional agravou os problemas de má gestão dos sete países mais ricos do mundo. Suas finanças estão deterioradas e acumulam dívidas de US$ 30 trilhões, mais de 50% do PIB mundial. Com grave estagnação econômica, desemprego recorde e elevados rombos orçamentários, não apresentam um plano consistente de recuperação. A opção seria impor redução de gastos públicos, incentivar a poupança interna, investir em projetos sociais e em infra-estrutura. Ao invés disso, persistem os gastos inúteis e cortes em setores geradores de emprego e Continue lendo

exportar

Os portos brasileiros são responsáveis pela movimentação de 77% do nosso comércio exterior, mas somos lanterninha em qualidade portuária, ocupando a 123ª posição, num ranking de 134 países. O aparelhamento político e má gestão pública da Companhia Docas, cujos resultados financeiros deficitários estão presentes em todos os portos sob sua autoridade, tornaram-se barreiras intransponíveis para o crescimento das exportações e importações. Além disso, relações exteriores ideológicas, política de comércio internacional equivocada, leis portuárias ultrapassadas, sistema ignóbil de oferta de mão-de-obra, logística incompleta, infra-estrutura sucateada, máquinas Continue lendo