Exportação

Em 2013, ano da aprovação do novo marco regulatório portuário (Lei nº 12.815), o Porto de Santos movimentou 114 milhões de toneladas contra 33 milhões de toneladas em 1993, quando foi promulgada a antiga Lei dos Portos (nº 8.630). Para 2024, a previsão é que movimente 195 milhões de toneladas, mas há estimativas que prevêem 229 milhões. Dentro da atual matriz de transporte, que privilegia o transporte rodoviário, será impossível dar conta de tamanha demanda. A única saída estaria em aumentar a participação das ferrovias Continue lendo

Comércio Exterior

No início de 1997, um recém-amigo, a quem devemos muito, nos convidou para escrevermos um artigo numa importante revista de comércio exterior, na qual era editor. O assunto estava em aberto, com apenas uma exigência, ser algo polêmico. Ficamos surpresos diante do convite, pois nunca havíamos escrito qualquer artigo. E nem sequer tínhamos ideia de que poderíamos fazê-lo. O fato é que, após relutarmos por alguns dias, acabamos escrevendo o artigo “THC – Terminal Handling Charge”, a partir de uma experiência desagradável que havíamos tido Continue lendo

Temos acompanhado, ao longo dos anos, os avanços e retrocessos do Mercosul. Mais retrocessos que avanços, em nossa modesta opinião. Consideramos como retrocesso os vários e infinitos problemas que ocorrem entre Argentina e Brasil. Como todos também veem. Mas, adicionalmente, consideramos o mesmo quando não se avança e tudo permanece igual. Ficar no mesmo lugar, enquanto o tempo passa, é retroceder. Já nos cansamos das brigas entre esses dois países. Que nunca pensam no comércio, no avanço, no futuro. Mas, tão somente em superávit e Continue lendo

Depois de tomar uma série de medidas que resultaram inócuas para acabar com os congestionamentos que tumultuam a vida dos moradores e causam incalculáveis prejuízos às empresas, o governo federal, em mais um exemplo de insensibilidade, continua a insistir em manter o embarque de grãos na área da Ponta da Praia, no porto de Santos. Se trabalhasse com planejamento, a Secretaria Especial de Portos (SEP), muito antes da promulgação da nova Lei dos Portos (12.815/13), já teria concluído que a melhor opção para o embarque Continue lendo

Um levantamento dos últimos quinze anos mostra que o comércio exterior praticado pelo Brasil cresceu de maneira vertiginosa: segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em 1996, o País exportou US$ 47,7 bilhões e, em 2010, US$ 201 bilhões. Mas nada disso, porém, foi resultado de esforço concentrado da diplomacia brasileira, marcada nos últimos oito anos por um viés ideológico que pouco contribuiu nesse sentido. Pelo contrário. Não houve nesse tempo nenhum esforço para reduzir barreiras tarifárias ou criar com algum Continue lendo

Com a evolução da tecnologia e das comunicações, cada vez mais cresce o intercâmbio de culturas em todos os campos, inclusive nos negócios. E com ela aumenta também a concorrência entre empresas, seja no mercado interno, em que a empresa concorre com as locais e as estrangeiras; e no mercado externo, onde a empresa exportadora concorre com empresas locais e com as de outros países no seu mercado-alvo no exterior. Mesmo que uma empresa não exporte (ainda), é preciso ter em mente que vivemos na Continue lendo

Temos batido muitas vezes, ao longo dos anos, na tecla dos consórcios de exportação. Para ver se o país acorda. E dizendo que esta é uma excelente forma de colocarmos as pequenas e micros empresas no comércio exterior. E o país precisa muito aumentar sua exportação, saindo da humilhante posição de apenas 20º. exportador mundial. Estando entre as primeiras economias do mundo, pelo menos em termos absolutos, o que temos hoje não é coerente.  Em especial neste momento, em que o mundo começa a sair Continue lendo

Há muito anos vimos advogando, sem descanso, o fim do Mercosul. Ou, pelo menos, uma mudança estratégica para algo menor. Apenas uma zona de livre comércio. Isso seria o ideal para o Mercosul. Ou seja, ”começar pelo começo”. E só então implementar um avanço. Primeiro uma área de preferências tarifárias ou área de livre comércio. Depois, com o passar do tempo, com o amadurecimento, uma união aduaneira. Ao invés de ter começado com esta configuração.  Conclusão, não somos uma área de livre comércio, nem tampouco Continue lendo

As principais dificuldades dos profissionais que desempenham funções relacionadas às operações de importações e/ou exportações, invariavelmente são aquelas relacionadas à identificação do correto procedimento a ser empregado em tais processos. Por serem operações burocráticas e tomarem demasiado tempo para sua finalização, faz-se necessário identificar os pontos mais sensíveis destes processos e tomar medidas preventivas que minimizem eventuais riscos, custos adicionais e perdas financeiras. Um planejamento eficaz gera efeitos positivos e contribui para o sucesso da operação. Dentro dos vários tópicos que devem ser abordados neste Continue lendo

Temos, ao longo do tempo, escrito bastante sobre acordos comerciais com outros países, ressaltando que o Brasil é avesso a eles. Prova disso é termos tão poucos acordos comerciais, apenas no âmbito da Aladi, e dois fora dela, com Israel e Índia. Assim mesmo, nem todos têm abrangência geral. O três acordos com o México e os dois fora da Aladi não abrangem a totalidade das mercadorias. Como se pode fazer comércio exterior assim? Nossos vizinhos, Chile e México, têm cada um cerca de 50 Continue lendo

Temos, ao longo do tempo, escrito bastante sobre acordos comercias com outros países. E que o Brasil é avesso a eles. Prova disso é o fato de termos tão poucos acordos comerciais. Apenas no âmbito da Aladi, e dois fora dela. Estes com Israel e Índia. Assim mesmo, nem todos tem abrangência total. O três acordos com o México e os dois fora da Aladi não abrangem a totalidade das mercadorias. Como se pode fazer comércio exterior assim? Nossos vizinhos, Chile e México, têm cada Continue lendo

Para atender à demanda externa, o escoamento da safra de grãos pelo Porto de Santos neste ano não só foi antecipado como passou a ser realizado em condições que estão acima da capacidade de operação dos terminais do complexo portuário. O resultado tem sido constatado diariamente na rodovia Cônego Domênico Rangoni e nas vias de acesso à zona portuária na Margem Esquerda, em Guarujá: intenso tráfego de caminhões, que vem provocando congestionamentos de horas e grandes transtornos à população e ao comércio e à indústria da região. Continue lendo