Como é investir em outro país?

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O atual cenário da economia brasileira está mostrando uma cena incomum até bem pouco tempo atrás: os estrangeiros começam a se familiarizar com brasileiros tocando uma fábrica ou uma obra no seu país. Este movimento, concordam os especialistas, é bom para as empresas e bom para o país, se planejado adequadamente e com pensamento nos resultados a longo prazo.

Porém, nem tudo são flores. Atualmente, o processo de internacionalização tem obrigado as empresas a tomarem decisões instantâneas, que no primeiro momento pode parecer fácil, quando na verdade se trata de uma ação das mais complexas na trajetória de qualquer empresa.

Estabelecer uma nova fábrica no exterior requer a habilidade para driblar a falta de estrutura que possa ser oferecido, desenvolver novos fornecedores, mantendo o padrão de qualidade que foi construído pela matriz e contornar o principal obstáculo para a abertura em novos países, que é o idioma.

Na abertura de novos mercados, as empresas precisam ficar atentas com o capital humano. Contratar mão-de-obra local e identificar e preparar os funcionários que serão enviados pela matriz não são tarefas fáceis. A diversidade cultural e a adaptação a diferentes contextos exige um esforço enorme para empresas de qualquer porte.

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Uma reportagem da revista Exame (13/05/2005) mostrou os principais problemas culturais que executivos brasileiros de algumas empresas encontram em suas subsidiárias canadenses e americanas. Enquanto brasileiros priorizam o cumprimento de tarefas, podendo esticar o expediente para terminar um trabalho atrasado, os americanos/canadenses seguem o que foi estipulado no contrato, e vão embora ao final do expediente e continuam no dia seguinte.

Além disto, os brasileiros têm mais jogo de cintura e se adaptam melhor a mudança. Já os americanos/canadenses fazem o que foi acordado com os chefes. Se os superiores mudam de opinião, são logo vistos com desconfiança.

Ou seja, a lógica brasileira não funciona em qualquer parte do mundo.

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